15 de mai. de 2017

VIVÊNCIA EM AGROFLORESTA EM PINDAMONHANGABA E NA DIVISA APARECIDA-ROSEIRA/SP

Quarta-feira: 17/05 de 2017
Horário: das 8:00 h às 16:00h
Coordenador e Instrutor: Antonio Devide - APTA Vale do Paraíba - Projeto Vitrine Agroecológica

Experiências a serem visitadas:
Visita 1) Sítio Terra de Santa Cruz – situado na divisa entre Aparecida e Roseira, contém áreas de SAF com mais de seis anos de idade, piscicultura com reuso de água e plantação de árvores madeiráveis.

Figura 1 – Marcos Marsicano apresenta SAF em Terra de Santa Cruz (2013).

A propriedade é manejada pelos agrônomos Marcos Marsicano e Ana Aguiar, que atuam na área de educação em agroecologia implantando hortas em escolas de Pindamonhangaba com a empresa Plantae Agroecologia e Sustentabilidade via Projeto Agroquintais. Para saber mais: http://redeagroflorestalvaledoparaiba.blogspot.com.br/2014/04/e-d-i-t-o-r-i-l.html

Figura 2 – Localização da Vivência Agroflorestal, divisa Aparecida-Roseira/SP.

Visita 2) Sítio Araçatuba – situado na estrada municipal da Pedreira Anhanguera, nº 1800, virando à direita na rodovia que liga Pindamonhangaba a Campos do Jordão. A visita será efetuado em um SAF instalado em 6/2014 com cerca de 3 anos de idade. O sítio pertence ao casal Cristina Eustáquia (médica) e Irineu Pinto (arquiteto), que visam restaurar as terras degradadas por uso pretérito em SAF. Para saber mais: http://redeagroflorestalvaledoparaiba.blogspot.com.br/2015/05/mutirao-de-manejo-agroflorestal-no.html

Visita 3) Sítio o Bom da Roça – situado na estrada que liga Pindamonhangaba a Campos do Jordão, no bairro Bonsucesso, logo após a ponte. A atividade focará o uso de SAF em área ripária (inundável), instalado há cerca de um ano. A proprietária Maria de Paula é educadora da rede de ensino municipal e participa da feira da APEP – Associação de Produtores Ecológicos de Pindamonhangaba. Para saber mais: http://redeagroflorestalvaledoparaiba.blogspot.com.br/2016/


Figura 3 - Linhas de SAF no O Bom da Roça com compostagem de lírio do brejo nas entrelinhas.

Alimentação colaborativa: cada um leva algo para o café da manhã e para o almoço.

Carona - saindo de Pindamonhangaba da APTA, no Setor de Fitotecnia do Polo Vale do Paraíba e com os próprios produtores rurais. Contactar previamente via facebook.

Proposta de próximas vivências (confirmar):
- Data: 24/05/2017: Tremembé – Lote de Valdir e Carmem no Assentamento Olga Benário (manhã) a Assentamento Conquista (tarde)
- Data: 31/05/2017: Sítio do Thales Ferreira em Cachoeira Paulista (manhã) e Despertar do Gigante em Lorena (tarde)
Curso Controle Biológico da Broca da Bananeira na APTA - Data: 08/6 (confirmar)


Organização: APTA contato <antoniodevide@apta.sp.gov.br>, REDE AGROFLORESTAL DO VALE DO PARAÍBA, Sítio O Bom da Roça, Sítio Terra de Santa Cruz, Sítio Araçatuba. 

9 de mai. de 2017

VIVÊNCIA EM AGROFLORESTA

 Local: ASSENTAMENTO NOVA ESPERANÇA EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS/SP
Amanhã (quarta-feira): 10/05 de 2017
Horário: 8:00 Às 17:00 horas
Coordenação: Antonio Carlos Pries Devide 
Projeto Vitrine Agroecológica - APTA Polo Regional Vale do Paraíba 

Áreas visitadas: lote do Seu Gessi, do Valdir Martins, do Daniel e do Adagilson (PT).

Objetivos: visualizar o estado dos SAF, coletar dados para projeto de pesquisa – ação ‘Vitrine Agroecológica’ gerido pela APTA – Polo Vale do Paraíba; incentivar a troca de experiências e estimular o retorno dos mutirões agroflorestais com a participação dos atores ligados a REDE AGROFLORESTAL DO VALE DO PARAÍBA; divulgação de curso de treinamento para o controle biológico da broca da bananeira no Setor de Fitotecnia da APTA, em Pindamonhangaba.

Figura 1 - SAF com Horticultura, um dos pontos fortes da agricultura familiar no Assentamento Nova Esperança, em São José dos Campos (imagem: Luciano Correia dos Reis)

Como chegar: Passa pela Estrada Vargem Grande (Clube Lusobrasileiro), segue adiante pela Estrada Pedro Moacir de Almeida, após o Condomínio Residencial Colinas do Parahyba, vire à esquerda na entrada principal e a primeira rua a esquerda, depois a primeira a direita e segue reto até o lote do Sr. Gessi.

Alimentação: colaborativa – cada um leva algo para o café da manhã e almoço.
Figura 2 – Localização da área de Vivência Agroflorestal, Assentamento Nova Esperança, São José dos Campos/SP.

Próximas vivências (a confirmar):
- Data: 17/5/2017 - Pindamonhangaba – sítio O Bom da Roça e Sítio Terra de Santa Cruz na divisa Roseira-Aparecida
- Data: 24/05/2017 - Tremembé – Lote de Valdir e Carmem no Assentamento Olga Benário (manhã) a Assentamento Conquista (tarde)
- Data: 31/05/2017 - Sítio do Thales Ferreira em Cachoeira Paulista (manhã) e Despertar do Gigante em Lorena (tarde)
- Data: 07/06/2017 - Curso de Controle Biológico do Moleque da Bananeira na APTA

Organização APTA: <antoniodevide@apta.sp.gov.br>


Organização MST: Luciano Correia dos Reis <https://www.facebook.com/luciano.correiadosreis.5>

28 de abr. de 2017

5° Curso de Implementação e Manejo de Agrofloresta

  • Data início: 29/04/2017 às 7h 
    Data fim: 01/05/2017 às 17h

    Local: Agrofloresta Quinta das Flores, Lorena - SP
    Informações: https://www.facebook.com/Bruno.Pardal

10 de abr. de 2017

CURSO PRÁTICO DE AGROECOLOGIA

PLANEJAMENTO E IMPLANTAÇÃO DE HORTA AGROFLORESTAL
Data: 21 a 23 de Abril de 2017

Local: Sítio Ecológico, Assentamento Nova Esperança, São José dos Campos-SP



5 de abr. de 2017

ACONTECEU: CURSOS e MUTIRÕES IMPLANTAM SISTEMAS AGROFLORESTAIS

Restaurando nascentes e redefinindo o uso do solo 

Curso de Sistemas Agroflorestais
Data: 10/03/2017
Local: Pólo Regional do Vale do Paraíba, Pindamonhangaba-SP
Instrutor e Coordenador: Antonio Carlos Pries Devide - APTA Vale do Paraíba 

RESUMO
Atividade de sensibilização contou com a participação de técnicos, produtores rurais e escoteiros de São Bento do Sapucaí-SP.
Na manhã foram feitas visitas aos SAF com plantas alimentícias não convencionais, aleias de adubos verdes (flemíngia, guandu, tefrósia), experimentos com mandioca (plantio direto na aveia branca e consórcios com quiabo e adubos verdes), sorgo vassoura com crotalária juncea, vinagreiras (verde, branca e roxa) com adubos verdes (crotalária e feijão de porco) e viveiro de mudas de PANC e frutas nativas. A atividade visou sensibilizá-los para o planejamento e a implantação de SAF. Na tarde um mutirão em área nova implantada em novembro/2016 manejou o módulo agroflorestal cortando adubos verdes - crotalária (poda), feijão de porco (cortado rente ao chão) com plantio de enriquecimento de mamona preta. O módulo contém arroz IAC400 (integral orgânico), mandioca Ouro IAC6-01, quiabo Santa Cruz, diversidade de bananeiras (Platina, Fhia, Conquista, Prata Mel, Ouro, Prata IAC 2001 e outras), arbóreas nativas plantadas de mudas e sementes, frutíferas nativas (araçá, pitanga, uvaia, grumixama, cabeludinha, abiu, araçá boi, caimito), palmeira pupunha e muitas PANC: araruta, açafrão, taioba, vinagreira e inhame. O objetivo foi promover a troca de conhecimentos, sensibilizar o público novo para atividade de recomposição da mata ciliar com SAF e melhorar as técnicas de cultivo, compartilhando mudas e sementes crioulas.
Contato: Antonio Devide antoniodevide@apta.sp.gov.br

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Implantação de Sistema Agroflorestal para Restauração de Nascente
Data: 11/02/2017
Local: Cruzeiro-SP
Coordenadores e Instrutores: Thales Ferreira e Bruno Almeida

RESUMO
A área de SAF implantada visa regenerar os atributos ambientais de uma nascente localizada no município de Cruzeiro. A topografia é declivosa predominando a braquiária e o capim napiê. A recuperação dessa nascente teve início em 2015 e há alguns meses conseguiram com que a água voltasse a brotar. Porém, foi necessário dar continuidade ao trabalho e melhorar as condições da nascente, introduzindo mais mudas de plantas apropriadas juntamente com grande quantidade de sementes, seguindo os princípios da regeneração natural. Foram plantadas árvores nativas no espaçamento 3x2m, tais como: Ipê-Roxo, Timboril, Pau-viola, Embaúba, Algodoeiro, Sete-Cascas, Andá-Assu, Angico-branco, Uvaia, Grumixama, Araçã-boi, Cambucá, Bacupari entre outras.



Entres as mudas de árvores, foi realizado o consórcio com sementes de plantas adubadeiras, tais como: feijão+tamanqueiro, fedegoso+crotalária, mamona-preta+feijão-de-porco. Já nas entrelinhas das árvores plantou-se banana nanica espaçada 4m umas das outras. A área em recuperação é uma futura mata ciliar. Antes do mutirão já havia algumas bananeiras, mandioca, milho, abóboras diversas, bem como as plantas adubadeiras: guandú, feijão de porco, crotalária e árvores nativas pioneiras.
Contato: Thales Ferreira
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Manejo de Sistema Agroflorestal em Zona Ripária
Data: 10/02/2017
Local: O Bom da Roça, Bom Sucesso, Pindamonhangaba-SP
Coordenador e Instrutor: Antonio Carlos Devide - APTA Vale do Paraíba - Projeto Vitrine Agroecológica e Agricultora Marília de Paula - O Bom da Roça

RESUMO
O Sistema agroflorestal foi instalado no ano de 2016 visando restaurar os atributos ambientais de uma baixada inundável situada fora da área de preservação permanente, mas abrangendo a área variável de afluência (AVA).

Na ocasião da implantação, plantou-se de maneira adensada em canteiros certa diversidade de espécies, dentre elas o inhame, araruta, açafrão, taioba, vinagreira e o quiabeiro. Dentre os adubos verdes adaptados à inundação do solo: paquinha, fedegoso e sesbânia; as arbóreas nativas: ipê roxo, anjico, pau-jacaré e outras; de frutas nativas: araçá, uvaia, grumixama, jabuticabeira, pitangueira e goiabeira; e das exóticas – amoreira, nêspera e acerola. Na ocasião o manejo consistiu do desbaste da vinagreira, do quiabo e a poda das leguminosas. O lírio-do-brejo destocado no plantio foi enleirado, formando pilhas laterais aos canteiros e coberto com lona preta; não rebrotou, se decompôs e ofertando adubo orgânico para reciclagem do sistema.

Contato: Marília de Paula - Bom da Roça https://www.facebook.com/marilia.depaula.33
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Implantação de Pomar Agroflorestal em Área Pública
Projeto: SE ESSA RUA FOSSE MINHA
Data: 19/03 e 26/03/2017
Local: Rua 37 A Bairro Don Pedro II Zona Sul de São José dos Campos-SP
   





RESUMO:
Com características de resquícios de Cerrado a atividade foi organizada a convite da dona Fran Cavalcante; costureira profissional da comunidade do bairro e outras lideranças, com forte presença de crianças. Contou com 35 pessoas que trabalharam em uma manhã visando redefinir o uso do solo de ‘local de despejo de entulho’ para ‘pomar agroflorestal’.

Foi realizada a limpeza, retirando-se o entulho e reciclando o material possível; a abertura de berços seguida do plantio de árvores frutíferas; e a pintura/colocação de placas informativas pedindo para não despejar mais lixo no local. 

Foi feito uma linha de árvores na beira do barranco com cerca de 50 berços espaçados 3m entre árvores, que ainda podem ser adensadas no futuro com outras culturas, tais como bananeiras, feijão guandu e outras culturas, como milho, mandioca e quiabo.

No domingo seguinte foi feito novo plantio fazendo uma segunda linha com o mesmo espaçamento entre árvores, com espaçamento entre as duas linhas de 4m, onde futuramente poderá ser feito o canteiro de verduras e legumes.
A ideia dom projeto é finalizar com 4 linhas de árvores, o adensamento entre elas e no espaço do meio das linhas os canteiros.
Foi sugerido também que seja feita uma oficina no bairro para o início de um PEV Orgânico, com a criação de composteira no local e na região, com oficinas que podem ser fomentadas e aplicadas com a ajuda do SEMEA.
A dona Fran tem recebido o incentivo da comunidade e o apoio de diversas pessoas que plantam e têm mudas, não somente de frutíferas, mas, de tudo que é tipo de árvores, temperos, chás etc.
Nas duas atividades foi feito a roda de apresentação e um café coletivo, foi falado da REDE AGROFLORESTAL DO VALE DO PARAIBA e da importância de se trazer mais gente para estes espaços urbanos não muito bem definidos até o momento, já que o bairro existe há 23 anos e ainda carece de regularização.
Fortalecendo o trabalho comunitário, participou o repórter fotográfico Lucas Lacaz Ruiz, também, membro da Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba. Lucas está manejando uma outa área pública situada no bairro Estoril, com o apoio de seus familiares.
Idealização e realização: Fran Cavalcante
Contato: Lucas Lacaz Ruiz facebook 11 9 7339 3766 whatsapp lucaslacazruiz@yahoo.com email




28 de mar. de 2017

Vivência de Meditaçao e Agrofloresta: em conexão com a VIDA





Nessa tarde muito especial nos encontraremos para compartilharmos a conexão com a Vida, gerando mais PAZ, HARMONIA, CONSCIÊNCIA e FELICIDADE em nossas vidas.

Através da junção de práticas como YOGA, MEDITAÇÃO, RELAXAMENTO, ESTUDO, AGROFLORESTA, PERMACULTURA e TROCA COM A TERRA estaremos evoluindo e reforçando nossa conexão com essa FONTE de FELICIDADE!

Venha compartilhar conosco essa ENERGIA!

Dia 8 de Abril
Chegada as 13:30
14h - Conversa inicial sobre proposito de vida, autoconhecimento e pratica de Yoga/Meditaçao
15:30 - Vivência sobre Permacultura/Sustentabilidade/Agrofloresta
17:30 - Meditação e Relaxamento
18:30 - Partilha e Café da tarde típico de roça

Facilitadores: Prof. Dr. Bruno Vidal de Almeida e Mestre Paulo Vitor Catão

VAGAS LIMITADAS - Confirme já a sua presença

Contribuição: R$ 50,00
Contato para inscrições: pcatao@gmail.com ou bva@usp.br
Local: Agrofloresta Quinta das Flores - Lorena/SP



1 de mar. de 2017

VISITA TÉCNICA E MUTIRÃO DE CAPACITAÇÃO EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS

Data: 03/03/2017 (Sexta feira)
Instrutor e coordenador: Antonio Carlos Pries Devide - APTA Vale do Paraíba 

O evento atenderá a demanda de técnicos e agricultores de São Bento do Sapucaí para uma visita monitorada no campo de pesquisa do Projeto VITRINE AGROECOLÓGICA da APTA com aula expositiva e prática de manejo agroflorestal com ênfase na cultura da bananeira e na restauração de matas ciliares. Haverá mutirão agroflorestal para o público ligado a Rede Agroflorestal no período da tarde, conforme encaminhamento de evento realizado na APTA Vale do Paraíba em 18/11/2016. 



8:00 h recepção com café colaborativo comunitário
8:30 h – Apresentação da metodologia do projeto ‘Vitrine Agroecológica’
9:00 h – Apresentação da Unidade de Pesquisa e Produção de Insumos Orgânicos e do viveiro agroflorestal de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC)
9:30 h - Apresentação do Horto Botânico Agroflorestal de Plantas Alimentícias Não Convencionais com a arbórea gliricídia e os novos clones elite de bananeiras.
10:00 h - Apresentação dos SAF
- Implantação e manejo de SAF para a restauração ambiental com ênfase na mata ciliar: plantio de SAF com sementes e SAF com mudas arbóreas.
- Manejo de Pupunha em SAF
- Manejo de espécies de leguminosas perenes e semi-perenes utilizadas em aleias

12:30 h  - Almoço
13:30 – 16:00 h – Mutirão agroflorestal
16:30 – 17:00 h – Avaliação e encaminhamentos

Local: Setor de Fitotecnia do Polo APTA Vale do Paraíba, av. Antônio Pinheiro Jr., 4009, Pindamonhangaba, SP.

Parcerias: CATI, Prefeitura Municipal de São Bento do Sapucaí, Associação de Produtores Ecológicos de Pindamonhangaba – APEP e Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba


Taxa de almoço: R$10,00, porém, doações de pratos prontos para o almoço coletivo resultarão em isenção da taxa de alimentação. Peço direcionar para a coordenação os e-mails para acertar os detalhes sobre a alimentação colaborativa: antoniodevide@apta.sp.gov.br

Coordenação: Antonio Carlos Pries Devide e Cristina Maria de Castro

6 de fev. de 2017

MUTIRÃO AGROFLORESTAL EM CACHOEIRA PAULISTA-CRUZEIRO


Data:11/02 -Sábado

Local: Sitio dos Ipês- Rodovia Presidente Dutra sentido Rio Km 33..
Seguir pela Rodovia Dutra sentido Rio, passa pela saída 34 continuando pela dutra ate passar o trevo e uma ponte na rodovia. O sitio fica 200 metros depois dessa ponte após um telefone publico da CCR Nova Dutra. A entrada fica bem em frente a Dutra. Portão de madeira numero 33. Sejam todos bem-vindos!



Programação:
8h-café da manhã participativo-levar contribuições
8:30-apresentação dos participantes
9h-apresentação e histórico da área -distribuição das frentes de trabalho e início do mutirão.
12h-almoço
13h avaliação e construção participativa das próximas ações da Rede Agroflorestal do vale do paraíba.

A proposta do mutirão no Sítio dos Ipês é a implantação de um SAF para recuperação de uma nascente.
A recuperação dessa nascente teve início em 2015 e, há alguns meses, conseguimos com que a água retornasse, porém, é necessário dar continuidade ao trabalho e melhorar as condições da nascente, introduzindo mais mudas de plantas apropriadas e sementes, seguindo os princípios da regeneração natural.
Acreditamos que num futuro breve teremos uma nascente permanente para continuar os processos naturais da vida, bem como usufruir dos recursos hídricos com maior nivel de consciência e sustentabilidade.

Fazer reservas pelo telefone- (12)98119-9383/ (12)996475849 ou face booK - Thales Ferreira

Obs:Se possível Trazer ferramentas, mudas e sementes.

Saudações!!!

11 de dez. de 2016

MEMÓRIAS


RELATOS DE ATIVIDADES

Mutirão Agroflorestal no Sítio Bom da Roça, Bairro Bonsucesso, Pindamonhangaba

Data: 25/11/2016  
Instrutor e Coordenador Antonio Devide

Local: Sítio Bom da Roça, Bairro Bonsucesso na Rodovia Dr. Caio Gomes Figueiredo 5.120, sentido Pinda-Campos do Jordão, à direita as margens da Rodovia em frente ao centro comunitário do bairro, ao lado da escola Municipal Orlando Pires e próximo à igreja de Santa Rita.
Contato: Marilia de Paula (12 – 99634-4449).

Resumo: Instalado SAF de 500 m² em zona ripária com solo argiloso saturado pelas cheias do ribeirão que corre marginal à propriedade. 
Preparo do terreno: destoca de rizomas de lírio do brejo para uso futuro como adubo após a decomposição formando leiras laterais às faixas de plantio, que receberam de maneira alternada bananeiras com árvores nativas, frutíferas e inhame intercalado com adubação verde. Empregaram-se espécies adaptadas à inundação do solo. O plantio foi feito em canteiros contendo inhame, araruta e açafrão. Empregaram-se leguminosas adaptadas: ingá, sesbânia, fedegoso e paquinha para adubação verde, junto com estacas de margaridão e amora. Dentre as frutíferas, destacam-se: bananeira, caimito, cabeludinha, cereja preta, pitanga, amora e juçara. Como arbóreas: anjico, ingá, ipê rosa. Plantaram-se na beiradas a araruta ou açafrão. 

Agricultora Marília elabora croqui.
Esquema de SAF em várzea.

Objetivos do SAF: produzir alimentos e restaurar os atributos ambientais de zona ripária, pois, a área variável de afluência (AVA); que percebe a influência da variação do nível de água do ribeirão em termos de ascensão do lençol freático; se estende adiante da faixa de preservação preconizada pelas leis ambientais.
Observação: foi deixada faixa de área ciliar em regeneração natural, conforme legislação vigente, sendo feito o plantio de mudas de espécies nativas para enriquecer a biodiversidade. 


Apoio: APEP - Associação dos Produtores Ecológicos de Pindamonhangaba; orientação técnica de pesquisador do Pólo Regional do Vale do Paraíba, da APTA - Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios; e doação de mudas nativas do Viveiro Municipal da Prefeitura de Pindamonhangaba. 
Relato: pesquisador Antonio Devide - APTA VALE DO PARAÍBA e Marília de Paula - O BOM DA ROÇA
ImagensMarília de Paula



Mutirão Agroflorestal no Assentamento Nova Esperança em São José dos Campos

Data: 25/11/2016
Local: Sítio da Maria Santana(Bia) e Luciano, Rua Bem Te Vi nº 58. 

Resumo: Mutirão agroflorestal com agricultores do assentamento rural com a participação de atores externos para implantação de SAF com cerca de 180 árvores nativas visando o redesenho de unidade de produção em bases agroecológicas. Futuramente será feito o plantio de adensamento com bananeiras e hortaliças. 
Planejamento participativo.
Abertura de berços pra plantio de árvores.


Preparo do tereno: planejamento participativo, roçada da vegetação composta basicamente de braquiária, abertura de berços e plantio de mudas nativas em linha equidistantes cerca de 10 m entre si, formando aleias (faixas) para o cultivo de lavouras anuais intercaladas às linhas de árvores.
Objetivo do SAF: preparar a propriedade rural para a conversão agroflorestal mediante formação de faixas de cultivo anual intercaladas com faixas de cultivo agroflorestal. Reforçar a recarga hídrica, conter o processo erosivo do solo e restaurar o solo mediante a poda das árvores, bem como facilitar o controle da braquiária por meio do sombreamento.
Faixas de plantio de árvores.

Mudas de árvores nativas.
 Observaçõesmuitos agricultores não dispõe de apoio técnico para a conversão da propriedade em bases agroecológicas, com base na aptidão dos diferentes tipos de solos. O planejamento participativo e o trabalho em mutirões tem trazido novos conhecimento aos agricultores e apoiadores externos para a conversão agroflorestal. 

Confraternização Dona Bia e Dona Maria.

Apoio: doação de mudas do Viveiro Municipal da Prefeitura de São José dos Campos. 
ContatosGabriel (012) 99705-6875 e Aninha (011) 99506-2005. 

Imagens: repórter fotográfico Lucas Lacaz Ruiz / A13 
Relato: pesquisador Antonio Devide (APTA Vale do Paraíba)