11 de jun. de 2013

Curso de Manejo Agroflorestal Sucessional com Ênfase em Sistemas com Café



Curso prático realizado pelo Mutirão Agroflorestal (www.mutiraoagroflorestal.org.br) dirigido para pessoas que tenham base e experiência nas agroflorestas sucessionais e que já realizaram pelo menos um curso na área.
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O curso iniciará ás 9:00 do dia 21/06 e finalizará ás 17:00 do dia 23/06/13.
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04 Curso Ernst (49) (Medium)
Tópicos a serem abordados:

- O manejo na dinâmica sucessional; 

- Ciclagem dos nutrientes; 

- Podas de estratificação;

- Técnicas de escalada de árvores para poda e manejo;

- Preparo, cuidado e uso de ferramentas; 

- Diagnóstico e avaliação de agroflorestas em diferentes estágios.
Profissionais do Mutirão Agroflorestal envolvidos no curso:
Patrícia Vaz (Sitio Diversitah - São Lourenço/MG), Denise Bittencourt Amador (Faz. São Luiz), Rodrigo Junqueira Barbosa de Campos (Faz. São Luiz). Colaboração de Sergio Olaya e Vandeir Azevedo (Faz. São Luiz).
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O LOCAL
Fazenda São Luiz trabalha com agroflorestas desde 1997, já contando com aproximadamente 10 hectares de agroflorestas em diferentes idades. A Fazenda é a sede da ONG Mutirão Agroflorestal Localiza-se entre os municípios de São Joaquim da Barra e Morro Agudo, região nordeste do Estado de São Paulo, a 80 km de Ribeirão Preto.
www.fazendasaoluiz.com
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INVESTIMENTO:R$ 540,00
*O valor pode ser parcelado em 3 vezes de R$ 180,00
A inscrição é feita mediante o depósito da primeira parcela
Inclui:
- todas as refeições, em fogão á lenha e com cardápio agroflorestal;
- hospedagem nos alojamentos da fazenda (um feminino e um masculino com capacidade para 20 pessoas em cada);
- transporte da cidade de Orlândia até a fazenda para os participantes que chegarem de ônibus.
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INSCRIÇÕES:
E-mail: denise@fazendasaoluiz.com
(16) 3859-8006
VAGAS LIMITADAS!

10 de jun. de 2013

Semana do Meio Ambiente - Dia de Agrofloresta


A Prefeitura de Pindamonhangaba promoveu  na Semana do Meio Ambiente diversas atividades sob o tema "Meio Ambiente sob Vários Olhares".

O dia 06 foi dedicado à Agrofloresta! Em parceria com a Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba, representada por 6 de seus membros, dentre eles: Cristina Castro e Antonio Devide – pesquisadores da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios - APTA Pólo Regional do Vale do Paraíba; Patrick Assumpção – proprietário rural (Fazenda Coruputuba); Ana Salles – Coordenadora do projeto Agroquintais e Edson Junior e Laura Reis – Faculdade de Roseira/ONG Pátio das Artes, foram realizadas 5 palestras sobre Agrofloresta, no Auditório da Prefeitura de Pinda, para alunos da 8ª série da escola municipal Eunice Bueno Romeiro, de Moreira César. 

Os temas das palestras foram:
Antonio Devide: História do Vale do Paraíba e Introdução à Agrofloresta
Edson Junior: A Importância das Sementes Florestais nos SAFs
Cristina Castro: Hortaliças Não Convencionais em SAFs
Patrick Assumpção: Conversão da Monocultura do Guanandi em Sistemas Agroflorestais
Ana Salles: Projeto Agroquintais - Agroecologia nas Escolas

No período da tarde, os alunos participaram de uma prática, por meio da implantação de Sistema Agroflorestal demonstrativo na Fazenda Coruputuba. 

Alunos reunidos na Fazenda Coruputuba, encerrando a atividade com a colheita da mandioca nos Sistemas Agroflorestais.

Pesquisador Antonio Devide apresentando aos alunos a história do Vale do Paraíba.



Biólogo Edson Junior expondo a importância da qualidade das Sementes Florestais Nativas e Adubadeiras para os Sistemas Agroflorestais.

Pesquisadora Cristina Castro apresentando aos alunos as hortaliças não-convencionais. Todos ficaram impressionados com a diversidade de "matos" comestíveis!



O produtor Patrick Assumpção mostrou o trabalho de conversão da monocultura para a Agrofloresta, e os frutos que vem colhendo deste trabalho em Pindamonhangaba.

 
Ana Salles apresentou o projeto Agroquintais - Agroecologia nas Escolas, trabalho desenvolvido com alunos de escolas e moradores dos bairros de Pindamonhangaba.

Recepção na Fazenda Coruputuba, e preparo das sementes e mudas para início do SAF.

Orientados pela equipe da Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba, os alunos realizaram a semeadura direta de plantas adubadeiras e árvores nativas.

Jovens com a "mão na massa"!


Semente plantada! Missão cumprida! A Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba agradece a oportunidade de cumprir com seu objetivo, de Ensinar e Disseminar Agrofloresta.

30 de abr. de 2013

Oração da Floresta


Oração da Floresta

Senhora das Florestas, espírito de Luz, de harmonia, de Amor e de beleza que existe em todo organismo, no macro e no microcosmo de vida, eu ofereço meu Ser, minha alma, meu coração, minha mente, meus olhos e minhas mãos à condução da força da vida. Peço que oriente meu caminho, meus passos e minha percepção para que todas as minhas ações tragam sempre alegria e abundância!



25 de abr. de 2013

O lambari da horta e os alimentos que se perderam no tempo, por HANNY GUIMARÃES.

O lambari da horta e os alimentos que se perderam no tempo 21:10, 19 DE ABRIL DE 2013 HANNY GUIMARÃES

Quando a pesquisadora Cristina Maria de Castro disse que me mostraria “o peixinho”, logo procurei por um tanque de piscicultura na área onde está instalado o Polo Regional da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), em Pindamonhangaba, no Vale do Paraíba. No entanto, nos aproximamos mesmo da horta, onde a engenheira agrônoma desenvolve um trabalho de resgate de espécies não-convencionais de hortaliças.



Ela aponta para a folha de cor verde e peludinha, quase coberta pelo adubo orgânico que ajuda no desenvolvimento, e conta que a planta é conhecida como lambari da horta, porque é assim que é preparada na região, exatamente como um peixinho frito. “Empanada e fritinha fica uma delícia”, diz. Além da erva, Cristina cultiva por ali vinagreira e azedinha – que não são a mesma coisa – cará moela, taioba, mangarito, ora-pro-nóbis e muitas outras que fogem da memória e até mesmo do vocabulário. “Chamamos de não-convencionais, porque estão deixando de ser produzidas e, consequentemente, consumidas. Estão sendo substituídas por variedades de maior apelo comercial, mas tem enorme importância na alimentação e cultura locais”, explica a pesquisadora.




Na tentativa de reinserir esse tipo de hortaliça na produção da região, Cristina leva um grupo de alimentação saudável em que participa, além de produtores orgânicos, para visitar a horta do centro de pesquisa sempre que possível. Lá, apresenta os alimentos e usos que podem ser feitos deles. Dessa forma, também incentiva o consumo e os mantêm vivos na memória e na panela.


 

Lambari da horta empanado
Ingredientes
Folhas de lambari da horta
1 xícara de fubá
1 ovo
Sal a gosto Pimenta-do-reino a gosto
Óleo para fritar

Preparo Lave bem as folhas, enxugue e reserve. Em um prato, coloque o ovo, o sal e a pimenta-do-reino, misturando tudo, rapidamente, com a ajuda de um garfo. Em outro, coloque o fubá. Passe as folhas, uma a uma, na mistura de ovo, depois no fubá e frite em óleo quente. Retire quando estiverem douradas e crocantes e sirva ainda quentinhas. Vai bem com um molhinho de pimenta.
 (Fotos: Hanny Guimarães/Arq. pessoal)

28 de mar. de 2013

Projeto Rio Sesmaria convida


Projeto resgata feijão guandu no Vale do Paraíba


Sustentabilidade: Produto entra no cardápio da iniciativa “Retratos do Gosto”, lançada por Alex Atala. Projeto resgata feijão guandu no Vale do Paraíba; Bettina Barros. De Pindamonhangaba (SP)




Ele tem cor e forma de uma lentilha, mas é um feijão.  Desconhecido de grande parte dos brasileiros, o feijão guandu pode sair do anonimato com a chegada ao cardápio de grandes chefs de cozinha que provaram e gostaram dessa variedade que começa a ser resgatada no Vale do Paraíba, em São Paulo.

Mais que o apelo de ser um produto "novo" nos restaurantes, o resgate do feijão guandu tem por trás um forte componente social e ambiental.  O primeiro lote experimental, de 300 quilos, inaugura a sua participação no "Retratos do Gosto", projeto lançado há um ano pelo chef Alex Atala como tentativa de resgatar produtos do campo que foram esquecidos no tempo - ou preteridos por culturas comercialmente mais rentáveis do agronegócio.  E ainda fomentar pequenos produtores, preferencialmente próximos à capital paulista, na esteira de um movimento gourmet global de compra de alimentos frescos e de origem conhecida.

O feijão é o quarto produto do "Retratos", que estreou com uma variedade de miniarroz também do Vale do Paraíba, o cacau Pará-Parazinho produzido na Bahia (originário da Amazônia e hoje raro no país) e uma farinha de milho caipira da região de Lindoia.

Diferentemente dos outros, porém, sua produção tem benefícios extras: o guandu está sendo plantado no sistema agroflorestal, que mistura culturas agrícolas com culturas florestais de valor comercial.  Na Fazenda Coruputuba, em Pindamonhangaba, onde a experiência está sendo realizada, o guandu é consorciado com mandioca, banana, araruta (tubérculo usado como farinha e espessante), palmito e o guanandi, árvore da Mata Atlântica que tem uma madeira com alta resistência à agua.

"Queremos mostrar que é possível aos outros agricultores voltar às culturas agrícolas plantadas antes da industrialização da região", afirma Patrick Assumpção, dono da fazenda e entusiasta da formação de uma rede de produtores agroflorestais no Vale do Ribeira.  "O que falta ainda é informação".

Herdeiro da fazenda centenária - um emblema de Pindamonhangaba por sua importância econômica à cidade nos tempos em que ali havia uma fábrica de papel e celulose, vendida nos anos 80 -, Assumpção chegou ao feijão guandu graças à decisão de diversificar a produção de eucalipto até então predominante na Coruputuba e no Vale como um todo.  Após muita pesquisa, apostou na guanandi (Calophyllum brasiliense), que se estendeu dos mangues do Sudeste à serra mineira, e na acácia (Acacia mangium), outra nativa.  Hoje, 28 hectares da fazenda estão cobertos pelo guanandi, 50 pela acácia e outros 50 hectares com plantação de eucalipto.

O consórcio com outras plantas teve início há dois anos, no âmbito do programa de pós-graduação do pesquisador Antonio Device, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), e funcionário da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), ligada à Secretaria de Agricultura.  Assumpção entrou com terra e disposição.  O custeio do plantio é da APTA e as análises de solo e físico-químicas são feitas nas instalações da UFRRJ.

A árvore escolhida foi o guanandi.  Assumpção tem lotes com guanandis "solteiros" e "casados" com pão-viola, imbiruçu, aroeira e angico preto e branco, além das variedades agrícolas, sendo a mandioca, o palmito, a araruta e o guandu as mais promissoras.  Mais recentemente, introduziu árvores de frutas menos populares, como o umbu.  "Estamos testando para ver se são economicamente viáveis aqui", diz o empresário-produtor.

Segundo ele, o ambiente saudável propiciado por essa diversidade, associado ao manejo correto (o espaçamento necessário entre as mudas, o raleio para evitar competição por sol), antecipou o corte do guanandi em dois anos.  Assim, ele recebe mais cedo com a venda da madeira, seu ganha-pão, mas usufrui de mais opções comerciais.

"Vi o que o pessoal do Retratos estava fazendo e fui atrás.  Eu também tenho resgatado culturas agrícolas", diz.  Da ligação telefônica resultou o primeiro embarque de guandu no início de março.  





"Nos pareceu um produto interessante porque pode mudar a realidade local", diz Bruno Zucato, gestor da Mie Brasil, empresa que desenvolve marcas na área de alimentos e parceira essencial ao "Retratos do Gosto".  "Essa iniciativa deve incentivar os produtores vizinhos a investir no sistema agroflorestal e fortalecer a rede".

Nas mãos da Mie, o feijão de Pindamonhangaba ganhará embalagem apropriada, rótulo e logotipo que permitirão a sua entrada nos dois pontos de venda do projeto - o Santa Luzia e a loja do restaurante Lá da Venda, da chef e escritora Heloisa Bacellar, em São Paulo.

Segundo Zucato, a proposta é sempre associar o produto a um chef que tenha ligação com o campo.  Preço combinado - acima do praticado no mercado, diz Assumpção -, a condição para manter a parceria é que 25% do lucro líquido das vendas seja direcionado pelos produtores a programas sociais ou de assistência técnica.


Jornal Valor Econômico - CAD B - EMPRESAS - 26/3/2013 (21:5) - Página 15

6 de mar. de 2013

IPEMA promove Curso de Habitações Sustentáveis com Marcelo Bueno


Oportunidade: Curso de Habitações Sustentáveis
A Permacultura é uma poderosa ferramenta para se atingir a sustentabilidade necessária para a nossa sobrevivência no planeta neste novo milênio.
Este curso oferece um despertar para práticas simples de planejamento onde você possa utilizar em sua casa, na sua vida e começar a caminhar em busca da sustentabilidade ecológica.
O curso visa a capacitar as pessoas para projetarem e reformarem suas casas, para que se tornem o mais sustentável possível, mesmo vivendo em uma cidade. Fonte: IPEMA




20 de dez. de 2012

4º Mutirão Agroflorestal do Vale do Paraíba - Sucesso e Muita Energia Positiva


Nos dias 17 e 18 de dezembro de 2012 foi realizado o 4º Mutirão Agroflorestal do Vale do Paraíba em Pindamonhangaba-SP. O evento contou com a participação de técnicos, extensionistas, pesquisadores e a ilustre presença de Patrícia Vaz, resultando na união de pessoas que acreditam na energia e no potencial da Agrofloresta em transformar paisagens e pessoas. 
Aos que participaram do 4º Mutirão Agroflorestal, abrimos o espaço "Vivências" para que deixem mensagens, sugestões e críticas construtivas! 
Em breve será publicado um relato desta atividade e da criação do grupo gestor da Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba.

10 de dez. de 2012

4º Mutirão Agroflorestal do Vale do Paraíba




Inscrições abertas somente até dia 12/dez!




PROGRAMAÇÃO

17/12 - 08h às 17h
Oficina de SAF:
Manejo módulo SAF Banana + Margaridão: a bananeira IAC 2001 está consorciada com citros e fruta do conde, além de diversidade arbórea, arbusto margaridão e cana-de-açúcar.
Atividade: Capina seletiva, poda e plantio de enriquecimento.
Manejo módulo SAF Olho d’Água: a banana BRS Conquista está cultivada, em consórcio com abacaxi e mamona (sementes e mudas), além de adubos verdes e espécies arbóreas (mudas e sementes).
Atividade: Capina seletiva, poda e plantio de enriquecimento.

18/12 - 08h às 12h
Manejo módulo SAF Pupunha: banana de rizoma foi plantada em área de pupunha com diversidade arbórea e margaridão, num gradiente de fertilidade e drenagem, além da densidade de plantio das árvores.
Atividade: Levantamento de dados, capina seletiva, poda do margaridão e árvores pioneiras, adubação verde de frutíferas.

4 de dez. de 2012

Em 2013 no Vale do Paraíba!



Projeto "Sistemas Agroflorestais: Semeando Sustentabilidade em Propriedades Rurais do Vale do Paraíba"

Proponente: ONG Pátio das Artes
Centro de Estudos Ambientais do Vale do Paraíba - CEAVAP

Financiador: FEHIDRO (Fundo Estadual de Recursos Hídricos)

Todos juntos com o objetivo de articular a Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba e Transformar a Paisagem Regional!