14 de out. de 2014

MUTIRÃO AGROFLORESTAL NO PINHÃO DO UNA, PINDAMONHANGABA/SP


DATA: 15/10/2014 (quarta-feira)
Horário: 8-17h
Sítio do Laerte Evaristo


Objetivo: implantar um SAF com sementes e mudas florestais com agricultores locais vinculados a APEP -Associação de Produtores Ecológicos de Pindamonhangaba e trabalhadores rurais do MST, ressaltando o protagonismo destes na solução dos problemas, apoiando-os com informações técnicas, acesso às coleções de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs), adubos verdes e sócio-biodiversidade de espécies nativas e exóticas, incentivando a troca e o compartilhamento desses recursos.

Programação:
Manhã
8h Café caboclo
9-11h Mutirão agroflorestal com metodologia participativa visando à troca de informações, incorporando sugestões de manejo e novos sistemas de plantio. Formação de grupos de trabalho respeitando sempre os desejos d@s agricultor@s locais.
11-12h Avaliação
12-14h Almoço agroecológico

Tarde
14h Trocas de Sementes, Mudas e Revistas de Agroecologia
14:30h Reunião (proposta de pauta – informes para a formação de caravanas)
- Feira de Troca de Sementes e Animais Caipiras em Cunha/SP (15 e 16/11/2014)
- Reunião da Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba

Endereço: Estrada do Pinhão do Una nº 14.450 em Pindamonhangaba
Acesso pela Rodovia Presidente Dutra, após o trevo principal de Pindamonhangaba, sai à direita (sentido RJ) no estabelecimento comercial Restaurante Self Service (antigo Leite ao Pé da Vaca), segue à direita (não sobe o eucaliptal, vire à direita!!!), contornando o estabelecimento, passa a fazenda grande de leite e pega a primeira bifurcação à direita (Pesqueiro Oriental), segue 1km e onde há o bananal dos dois lados já está na propriedade do Seo Laerte. Levar ferramentas, principalmente facão apra o bananagel!!! (Favor confirmar presença pelo fone 12-997900088 com seo Laerte)

Apoio: SENAR/Sindicato Rural de Pindamonhangaba, Fazenda Coruputuba, IBS/INCRA, APTA e Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba

EDITAL - Chamada MDA/CNPq Nº 38/2014

Chamada MDA/CNPq Nº 38/2014
II - REGULAMENTO
O presente REGULAMENTO tem por finalidade definir as atividades a serem apoiadas financeiramente e as condições para implementação do apoio, mediante a seleção, por Chamada,de propostas para execução de projetos.

II.1 – DAS DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS
II.1.1 – DO OBJETO

Apoiar projetos de constituição e fortalecimento de Núcleos de Agroecologia nas instituições públicas de pesquisa agropecuária (OEPAs e EMBRAPA) em todo o território nacional e as universidades públicas ou privadas sem fins lucrativos com sede administrativa na região Norte do País, que promovam o desenvolvimento tecnológico e inovação na agricultura familiar a partir de metodologias de integração entre pesquisa agroecológica, extensão rural e ensino.
II.1.1.1 – Objetivos específicos desta Chamada:
a) Apoiar ações em redes colaborativas multiinstitucionais para a construção coletiva do conhecimento agroecológico;
b) Promoção de processos de inovação e transição agroecológica para o fortalecimento da
agricultura familiar; e
c) Formação e disponibilização de conhecimentos.
II.1.1.2 – São os públicos beneficiários prioritários desta Chamada:

a) Agricultores familiares, nos termos da Lei de Agricultura Familiar (Lei no 11.326, de 24 de julho de 2006); e

b) Professores, pesquisadores e Agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER).


Chamada MDA/CNPq Nº 39/2014 até 07/11/2014

II - REGULAMENTO
O presente REGULAMENTO tem por finalidade definir as atividades a serem apoiadas
financeiramente e as condições para implementação do apoio, mediante a seleção, por Chamada, de propostas para execução de projetos.


II.1 – DAS DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS
II.1.1 – DO OBJETO


Apoiar projetos que integrem atividades de extensão, pesquisa, ensino e fomento a processos de inovação tecnológica e metodológica visando a construção e socialização de conhecimentos e práticas relacionados à agroecologia, bem como à promoção dos sistemas orgânicos de produção e de base agroecológica. Tal ação permitirá a formação de Núcleos e Rede de Núcleos de Estudo em Agroecologia e Produção Orgânica, que fomente o ensino, a pesquisa e extensão, contribuindo para a formação de estudantes, profissionais e agricultores familiares, na melhoria da segurança alimentar e nutricionais, a geração de renda e a erradicação da pobreza, promovendo o desenvolvimento local/regional em bases sustentáveis.


II.1.1.1 – São objetivos específicos da Chamada:
a) implementar e fortalecer novos Núcleos de Estudo em Agroecologia e Produção Orgânica
(NEA) na região Norte (até cinco projetos distribuídos para os Estados do Amazonas,
Acre, Rondônia, Roraima e Pará), na região Sul (um projeto para qualquer um dos
Estados), na região Sudeste (até três projetos distribuídos para os Estados de Espírito
Santo, Minas Gerais e São Paulo), na região Centro-Oeste (um projeto para o Estado de
Goiás ou Mato Grosso) e na região Nordeste (até três projetos distribuídos para os
Estados de Alagoas, Ceará, Pernambuco e Maranhão) e um projeto para qualquer outro
Estado não citado anteriormente;
b) fomentar a formação de Redes de Núcleos de Estudo em Agroecologia e Produção
Orgânica (R-NEA) para cada uma das regiões geográficas - Centro-Oeste, Norte e
Nordeste. As propostas da região Norte deverão obrigatoriamente incorporar no mínimo
três estados. As propostas da região Nordeste deverão obrigatoriamente incorporar no
mínimo três estados. As propostas da Região Centro-Oeste deverão obrigatoriamente
incorporar no mínimo dois estados.


II.1.1.2. São os públicos beneficiários prioritários desta Chamada:


a) estudantes do ensino técnico e superior;
b) agricultores familiares, nos termos da Lei de Agricultura Familiar (Lei no 11.326, de 24 de
julho de 2006); e
c) professores, pesquisadores e Agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER).

2 de out. de 2014

INFORMES

INFORME-SE ARTICULE-SE  PARTICIPE

IBS/INCRA – o convênio IBS/INCRA continuará a disponibilizar o apoio aos agricultores para se locomoverem entre os assentamentos para mutirões e visitas técnicas desde que sejam formados grupos de no mínimo 15 agricultores, para o frete de van.
Feira de Sementes – Associação SerrAcima de Cunha/SP deu início à ampla articulação para a organização da Feira de Sementes e Animais Caipiras de Cunha, prevista para ocorrer em Novembro/2014 (contato Luana/Ismael/Alketa – Serra Acima Associação de Cultura e Educação Ambiental Rua José Flamino Barbosa, 142 – Cunha – São Paulo – Brasil
Telefone: +55 (12) 3111-1744
).

X Vivência Agroflorestal no Sítio São José, em Paraty, com Zé Ferreira e Jorge Ferreira marca 27 anos do sítio, 14 anos de agroflorestas implantadas e vai comemorar o direito de permanecer no território, conquistado em parecer favorável da Justiça Federal no dia 19 de março de 2014 – Novembro/2014 (contato  Zé Ferreira 02124-9857-8993 ou 99857-8993).

Palestra sobre Sistemas Agroflorestais e a Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba, na UNITAU dia 26/10 às 9h no Campus da Agronomia – estão tod@s convidados para representar a REDE e falar o que pensam! (contato Emilson Pohl – pelo facebook)


Convite para a Rede Agroflorestal montar estande e participar com os agricultores da Feira SESC Santana, 13 e 14 (confirmar data) Outubro/2014- evento semelhante ao Pétala por Pétala (SESC Interlagos) – contato Patrick Assumpção (patrick@guanandicp4.com.br)

Projeto PUPA Permacultura – Curso de Terapias Chinesas (20/09); PUPA SOUND SYSTEM (música e discotecagem a céu aberto) (27/09) e Oficina do movimento Ciência Livre microscópio caseiro dia 04/10 14-18h – todos ocorrerão na sede do PUPA no Instituto Acel, bairro dos Freitas, em São José dos Campos – contato pupa.permacultura@gmail.com

Doação de mudas – o Viveiro Municipal de Pindamonhangaba disponibilizou 250 mudas para produtores vinculados ao Projeto ‘Regeneração: religando o homem à natureza’ com áreas rurais em Pindamonhangaba (Pedro Magalhães, Cristina Eustáquia, Patrick Assumpção, Laerte Evaristo e Cláudio Macedo). Dentre as quais, se destacam as seguintes espécies – pau viola, abricó nativo, embaúba, dedaleiro, ingá (2 tipos), oiti, sibipiruna, pau formiga, marianeira, anjicos (2 tipos), jacatirão, amburana, ipês (diversos), jambolão, aldrago, escova de macaco, leiteiro, algodoeiro, cajá mirim, amendoim do campo, louro pardo, sabão de soldado, tingui preto, jatobá, araçá amarelo, araçá vermelho, jabuticaba (4 anos), grumixama e pitanga. Contato: Sônia / Seo Zé (agendar a retirada/demanda picape) local avenida Manoel César Ribeiro, s/nº telefone 3645-1494.

Agricultores de são José dos Campos acessam o PNAE - Altamir, agricultor que chegou da região Sul e está sendo assentado em São José dos Campos, trouxe consigo arroz orgânico da reforma agrária, que está comercializando embalado a vácuo em sacos de até 5kg a preços bem acessíveis (agulhinha, cateto e outros tipos). Também, articulou um grupo de agricultores familiares de São José dos Campos, que entregaram a documentação no dia do mutirão 17/09, para o ingresso no PNAE – Programa Nacional de Aquisição de Alimentos, do Governo Federal. Mais uma conquista do movimento Agroecológico e da articulação do projeto ‘Regeneração: religando o homem à natureza.


Próximos mutirões


MUTIRÃO AGROFLORESTAL NO ASSENTAMENTO OLGA BENÁRIO, EM TREMEMBÉ/SP
DATA: 09/10/2014 (quinta-feira)
Horário: 8-17h
Sítio do Seo Geraldo e Dona Ana

Como chegar
Acesso por Pindamonhangaba – segue para Campos do Jordão, passando o trilho de trem no Bairro Bonsucesso, entra à esquerda antes da quadra de esportes, segue na estrada de terra para o bairro Kanegae, até o bar João Farias (referência Sítio Morila à direita), segue beirando o rio até a porteira do assentamento.

Acesso via SP - passa o centro de Tremembé sentido Campos do Jordão, entrando à direita na altura do Forró Crozariol, seguindo até o bar do João Farias (idem).
Contato: Michele Anita (12) 99781-4068 (agendar inscrição/alimentação).
Levar utensílios próprios (caneca/prato/talher), ferramentas (enxada, cavadeira, enxadão ou vanga), mudas e sementes para o plantio e para a troca.

Programação
Manhã
8h Café caboclo
9-11h Mutirão agroflorestal com metodologia participativa visando à troca de informações, incorporando sugestões de manejo e novos sistemas de plantio. Formação de grupos de trabalho respeitando sempre os desejos d@s agricultor@s locais.
11-12h Avaliação
12-14h Almoço agroecológico

Tarde
14h Trocas de Sementes, Mudas e Revistas de Agroecologia
14:30h Reunião (proposta de pauta – informes para a formação de caravanas)
- Feira de Troca de Sementes e Animais Caipiras em Cunha/SP (15 e 16/11/2014)
- Vivência no Sítio São José em Paraty/RJ (19 a 21/11/2014)
- Visita ao Sítio do Bello Paraibuna (sem data definida)
- Feira do SESC (sem data definida)
- Reunião da Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba (Outubro/2014)
16-17h Visitas nos SAFs recém-implantados: Valdir/Carmem, Michele/Vitor, Dona Alverinda. O objetivo é avaliar os resultados iniciais e debater o manejo futuro.


NOVO CALENDÁRIO DE MUTIRÕES:
9/10 - Geraldo/Ana - Tremembé (confirmado)
15/10 - Laerte Evaristo - Estrada do Pinhão do Una 14.450 em Pinda (997900088 - confirmado)
3/11 – São José dos Campos (vão indicar a família beneficiária)
12/11-Rosemeire Firmino de Jesus - Tremembé (997768821 - confirmado)
26/11 – Thiago Coutinho, sitio São Francisco, 13221-bairro Bonsucesso, Pindamonhangaba
10/12 - Márcia Barbosa dos Santos - Tremembé (997069427 – falta confirmar).


24 de set. de 2014

Mutirão Agroflorestal - Daniel e Raimunda

Relato de vivência
MUTIRÃO AGROFLORESTAL NO ASSENTAMENTO NOVA ESPERANÇA, EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, SP.
Lote 24 do casal Daniel da Silva e Raimunda de Andrade

chegada do pessoal, as mudas, sementes para o plantio... 



Resumo da vivência do agricultor: Daniel da Silva realiza a produção orgânica e convencional no lote 24. Sua família tem origem na área rural, mas trabalhou muitos anos em fábricas de Suzano/SP, passando a integrar o MST e vindo a ser assentado em São José dos Campos, onde vive eminentemente da agricultura de pequena escala em bases quase sustentáveis. Anteriormente (2011), participou de trabalho promovido pelo ITESP – Instituto de Terras do Estado de São Paulo com apoio da APTA – Polo Vale do Paraíba, realizando o plantio de novas variedades de mandioca amarelas do IAC – Instituto Agronômico de Campinas, ricas em vitamina A, que ainda conserva. Em 2013, integrou o grupo de técnicos e agricultores que elaborou de maneira participativa o projeto ‘Regeneração: religando o homem à natureza’ submetido ao PDRS-Microbacias II, indeferido pela SMA-SP, e que está sendo conduzido de maneira altruísta e independente por técnicos e produtores vinculados à Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba, agricultores vinculados ao MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, APEP – Associação de Produtores Ecológicos de Pindamonhangaba, APROVAP – Associação de Produtores Orgânicos do Vale do Paraíba e INCRA/IBS – Instituto Biossistêmico.

Resumo do mutirão
Preparo do solo: o plantio do SAF se deu em uma roça de mandioca de 60 dias. A braquiária espontânea foi capinada previamente e o agricultor já havia aberto os berços de banana (4x4m), adubados com cinzas, composto orgânico e calcário. O solo arenoso estava bastante solto e um pouco compactado em profundidade (20cm). O plantio se deu em linhas intercaladas com a banana. Na linha da banana introduziram-se arbóreas frutíferas, adubadeiras (pioneiras e secundárias iniciais) e do futuro (secundárias tardias e climácicas). Nas entrelinhas, contendo a mandioca, intercalou-se uma linha central de cana alternada com margaridão. A adubação verde foi misturada em coquetel e adicionada nos berços de banana, florestais e entrelinhas de mandioca. Ainda plantou-se taro (Colocasia esculenta), araruta ou açafrão nos berços de banana.

Avaliação: positiva, os grupos trabalharam de maneira mais organizada porque o plantio foi facilitado pelo agricultor Daniel, que já havia planejado previamente o sistema e aberto os berços para o plantio das bananeiras BRS Conquista e IAC 2001 (prata).

Visita à propriedade: após a troca de sementes foi feita uma visita à propriedade. Cota abaixo do SAF instalado, observamos o bananal decadente em meio a forte estiagem, porém, conservando o ambiente úmido com vegetação de sombra, muitas taiobas e major gomes (PANCs – Plantas Alimentícias Não Convencionais), sendo esse um local ideal a ser convertido em SAF, dado o farto material orgânico da bananeira para adubação verde (bananagel). Adiante, contornando a estrada que passa logo abaixo, a roça de maracujá solteiro, ainda com herbicida. Sugeriu-se plantar o amendoim forrageiro (Arachis pintoi), tendo em vista que controla as plantas invasoras indesejáveis, aporta nitrogênio por meio da simbiose com bactérias que fazem a nodulação nas raízes, descompacta camadas sub-superficiais do solo adensadas, melhora a infiltração da água no solo e combate a erosão. Adiante, visitou-se a horta orgânica, que mistura hortaliças convencionais e PANCS. O sistema elaborado pelo próprio agricultor para captação de água e irrigação deveria servir de exemplo para todos os demais assentados, especialmente, para àqueles que não dispõem de água na propriedade. Daniel desenvolveu um sistema de fertirrigação por aspersão muito simples e de fácil manejo. A água é captada por meio de mangueira a 500m de distância, abastece um reservatório, é bombeada para uma caixa d’água no alto do morro e segue para irrigação. Uma vez por semana adiciona em outra caixa de passagem menor o esterco de aves dentro de um saco de cebola, que permanece submerso por dois dias. A mistura é coada e bombeada para a caixa maior no alto do morro e segue para a fertirrigação. Quando há pragas, adiciona à caixa de passagem uma planta de mamona picada no mesmo saco, deixando de molho e seguindo o mesmo tratamento de aspersão. Ainda que seja aspersão convencional, cujo uso da água é abundante, Daniel relata que não precisa fazer muitas irrigações na semana, porque o uso de composto e a adubação orgânica via fertirrigação deixa as plantas mais resistentes à seca. Seu interesse pelo SAF está relacionado à necessidade de aperfeiçoar a fruticultura (banana e citros, principalmente), combater o fogo com quebra ventos, conservar o solo, criar um ambiente mais agradável e substituir os insumos químicos para um sistema mais equilibrado.

Tecnologias em debate: revisitaram o plantio em mandala, separaram as mudas para o plantio, porém, não houve facilitador e interessados em vivenciá-la.

Troca de sementes: após a reunião de avaliação/confraternização realizou-se a troca de sementes e de fascículos da Revista Agriculturas da AS-PTA (Acessoria de serviços e Projetos em Tecnologias Alternativas), também, disponível no endereço eletrônico, 
<http://aspta.org.br/revista-agriculturas/> 
Disponibilizadas pela APTA – Vale do Paraíba, os agricultores levam as revistas para suas casas comprometendo-se em realizar a leitura, muitas vezes com a ajuda dos filhos em função da baixa formação escolar, depois realizam a troca e os relatos dos novos aprendizados.


Relatores: Antonio Devide – pesquisador da APTA, membro da Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba


visitando a área destinada para o SAF. Daniel já havia adiantado o serviço.

O pessoal trabalhando em grupos, no plantio.

Muitas mudas produzidas pelos próprios agricultores, outras trazidas por membros da Rede Agroflorestal.

Adagilson PT abrindo sulcos para o plantio de cana/margaridão e adubação verde, que veio sendo plantada pelo seo Geraldo.


Visita à horta orgânica.


Daniel mostrando a captação de água, a caixa de passagem com adubo orgânico e adiante a caixa maior para irrigação/fertirrigação.
Horta sendo irrigada.

Troca de sementes e revistas












10 de set. de 2014

MUTIRÃO AGROFLORESTAL NO ASSENTAMENTO NOVA ESPERANÇA, EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS/SP

DATA: 17/09/2014

Horário: 8-17h


Lote nº 51 de Adagilson e Maria Lúcia no Assentamento Nova Esperança - SP



Resumo: Mutirão agroflorestal no Assentamento Nova Esperança, São José dos Campos, no lote do casal Adagilson e Maria Lúcia, agricultores familiares protagonistas nos encontros organizados pela Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba e colaboradores. 

O objetivo desse mutirão é implantar um SAF com sementes e mudas florestais, com agricultores locais, ressaltando o protagonismo destes na solução dos problemas, apoiando-os com informações técnicas, acesso às coleções de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs), adubos verdes e sócio-biodiversidade de espécies nativas e exóticas, incentivando a troca e o compartilhamento desses recursos.


Endereço: Saindo pela Rodovia Dutra em direção ao Centro de São José, segue para a Via Norte em direção ao Bairro Alto da Ponte. O ponto de referência é o Clube Luso Brasileiro na Estrada Pedro Moacir de Almeida, km 13. No final do asfalto, sair na 1ª esquerda e está no Assentamento Nova Esperança, segue subindo pegando à direita. Quem vem de Caçapava, é na 1ª entrada.

Contato: Adagilson/Maria Lúcia (12) 99779-9776 (agendar inscrição/alimentação). 
Trazer SEMENTES FLORESTAIS e mudas para o plantio e troca. 
Trazer ferramentas próprias (cavadeira/enxadão) e utensílios (caneca/prato/talher).