18 de mar. de 2019
31 de dez. de 2018
12 de dez. de 2018
MUTIRÃO AGROFLORESTAL NO RIBEIRÃO GRANDE EM PINDA.
20/12/2018
Sítio São Francisco da Mata
Estrada das Borboletas, Ribeirão Grande de Pinda.
Por: Antonio Carlos Pries Devide
Engº Agrº Pesquisador Científico
Polo Regional Vale do Paraíba
VITRINES AGROECOLÓGICAS E PESQUISAS PARTICIPATIVAS
A REDE AGROFLORESTAL DO VALE DO PARAÍBA e a APTA convidam a população para mais um mutirão agroflorestal no dia 20/12/2018 no Sítio São Francisco da Mata, bairro Ribeirão Grande de Pindamonhangaba.
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| Terraço fluvial sendo preparado para receber o cultivo agroflorestal, ao fundo Morro dos Macacos. |
A unidade está inserida na Área de Proteção Ambiental Morro dos Macacos e pretende se tornar mais uma referência no cultivo de alimentos saudáveis em sistemas de produção sustentáveis que conservam o solo, as nascentes e a biodiversidade da Mata Atlântica.
O microclima da região possibilita o cultivo comercial da palmeira juçara (Euterpe edulis), que está em risco de extinção. Um dos objetivos do trabalho é formar uma área de cultivo agroflorestal para pesquisá-la para fins diversos, tais como polpa e artesanato das folhas e sementes, excluindo o corte raso para a coleta do palmito que leva à extinção das plantas.
Como a região sofre o parcelamento do solo para chácaras de lazer; situação que merece mais atenção das autoridades municipais, estaduais e federais; a atividade visa envolver os moradores locais para despertar o interesse pela conservação do patrimônio natural e proteção do componente humano tradicional.
A população local está sendo convidada a se unir aos atores da REDE e da APTA para implantar um SAF com a palmeira juçara e se articular em defesa dos direitos da produção sustentável sem que a legislação preservacionista congele as terras de cultivo e favoreçam a conversão das terras para o turismo e lazer.
Programação:
8:00 h Recepção com café colaborativo
08:30 às 12:00 h Mutirão agroflorestal
13:30 às 14:30 h Almoço colaborativo
14:30 às 17:30 h Relato de vivência em técnicas de bioconstrução e fossa biodigestora
17:30 às 18:00 h Avaliação e encerramento
8:00 h Recepção com café colaborativo
08:30 às 12:00 h Mutirão agroflorestal
13:30 às 14:30 h Almoço colaborativo
14:30 às 17:30 h Relato de vivência em técnicas de bioconstrução e fossa biodigestora
17:30 às 18:00 h Avaliação e encerramento
Endereço: Estrada Manoel Miranda de Oliveira, nº 4920, Sítio São Francisco da Mata (antiga Estrada das Borboletas), bairro Ribeirão Grande, Pindamonhangaba / SP Reservas: antoniodevide@apta.sp.gov.br, fone 12-3642-1823
AGROECOLOGIA: A VIA SUSTENTÁVEL NO
VALE DO PARAÍBA
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Mapa de acesso ao Sítio São Francisco da Mata. São 25,5 km do centro de Pinda.
Dúvida como chegar? Contate 12-99779-5732 ou espere no restaurante Colméia entre 7:30 e 8:00 horas.
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A Agroecologia
trouxe impactos positivos para a sociedade do Vale do Paraíba, principalmente com
a redução da contaminação por agrotóxicos dos alimentos, da população e do meio
ambiente. A conversão das monoculturas em sistemas de produção agroecológica biodiversos que são mais resilientes
às alterações do clima também estão ajudando a restaurar e a conservar os solos, as nascentes e as matas nativas.
A
Agroecologia também é estratégica para reverter o esvaziamento do campo tornando viável as unidades de produção oriundas da reforma agrária
privada (aquisição de terras oriundas de parcelamentos) ou estatal (assentamentos de reforma agrária), em bases sustentáveis.
A REDE
AGROFLORESTAL DO VALE DO PARAÍBA promove a Agroecologia e a organização popular
para inclusão camponesa nas tomadas de decisões em prol da agricultura familiar.
A
Agroecologia possibilita organizar a população entorno das OCSs – Organizações
de Controle Social e SPGs – Sistema de Garantia Participativa; e o acesso ao mercado por meio de políticas públicas
que integram fortemente o meio rural e urbano por meio do Programa Nacional de Alimentação
Escolar (PNAE) e Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
MUTIRÃO AGROFLORESTAL: a metodologia participativa que rompe barreiras culturais e velhos paradigmas
Nos
mutirões agroflorestais realizados desde o ano de 2012 a REDE AGROFLORESTAL DO
VALE DO PARAÍBA utiliza métodos participativos para gerar e validar tecnologias
de produção agroflorestal, incorporando o saber gerado de experiências dos agricultores
familiares ao saber acadêmico de pesquisadores e técnicos.
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| Equipe de Mutirão Agroflorestal no Sítio Beija Flora, Assentamento Olga Benário, Tremembé / SP (2017) |
O objetivo
da parceria da APTA atuar em parceria com atores da REDE AGROFLORESTAL é para promover
a articulação popular para implantar e manejar os sistemas agroflorestais –
SAFs na bacia hidrográfica do Paraíba do Sul.
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| Alguns recursos genéticos utilizados na implantação de SAF. |
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| Mutirão de implantação de SAF no Assentamento Nova Esperança, em São José dos Campos: a unidade familiar migra da monocultura da braquiária para um sistema biodiverso agroecológico. |
Há unidades
de produção familiar com SAFs em praticamente todos os municípios da
região. Essas unidades promovem a vivência e o treinamento popular por
meio da capacitação de novos adeptos dos SAFs através de cursos, oficinas, mutirões. O canal de comunicação geralmente é via blog da
REDE, facebook, whats app.
Essas unidades familiares (vitrines agroecológicas) possuem um acervo de conhecimento e técnicas de cultivo agroflorestal e têm recebido pesquisadores de diversas instituições, que buscam descrever dentre outros aspectos os benefícios socioambientais dos
SAF.
Participar dos mutirões agroflorestais significa mais do que buscar novos conhecimentos; é um ato de caridade para com nossos semelhantes. Mesmo sem saber, ao participar de um mutirão você também estará se reconectando energeticamente com a Terra (GAIA).
Participar dos mutirões agroflorestais significa mais do que buscar novos conhecimentos; é um ato de caridade para com nossos semelhantes. Mesmo sem saber, ao participar de um mutirão você também estará se reconectando energeticamente com a Terra (GAIA).
27 de nov. de 2018
Mutirão Agroflorestal em REDE
NOV292018
QUINTA-FEIRA
Programação :
8h - Recepção e café colaborativo;
8h - Recepção e café colaborativo;
8:30 - Breve histórico da Rede Agroflorestal, análise e interpretação ambiental da área, seguida de planejamento participativo do SAF;
9h - Definição das frentes de trabalho e inicio do mutirão;
11:30h- Avaliação ;
12h- almoço agroecológico
13h- Reunião de articulação da Rede agroflorestal e participação de pesquisadores da embrapa meio ambiente por meio do projeto SEISAF - sistematização participativa de experiências e intercâmbio de conhecimentos em sistemas agroflorestais, voltados à agricultura familiar em regiões da mata atlântica no sul e sudeste do Brasil;
15h- Encerramento;
Obs: Trazer ferramentas como: enxada, enxadão, cavadeira, facão; trazer vestimentas de ralo e acessórios de proteção, chapeu, bota, etc;
Trazer seu próprio talher, prato e copo ou caneca, para as refeições;
Traga sementes, mudas e muita disposição;
caronas solidárias serão muito bem vindas!!!
Saudações agrofloresteiras!
- Local: Pré Assentamento Egídio Brunetto, Lagoinha / SP
- Organização: Thiago Coutinho
17 de nov. de 2018
CONEXÕES QUE TRANSFORMAM O AMBIENTE E A SOCIEDADE: a Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba nos Assentamentos do MST
A REDE AGROFLORESTAL foi tema de trabalho de conclusão de Curso de Geografia do Departamento de Ciências Sociais e Letras da Universidade de Taubaté.
Por: Anna Claudia Leite
RESUMO
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| Mutirão Agroflorestal de implantação de SAF no lote de Rosângela Barbosa dos Santos no Assentamento Nova Esperança, São José dos Campos, SP |
Por: Anna Claudia Leite
RESUMO
Na Região metropolitana do Vale do Paraíba, a Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba está implantando e cuidando de Sistemas Agroflorestais (SAF). Esses sistemas consorciam culturas agrícolas com espécies arbóreas, e contribuem para restaurar florestas, recuperar áreas degradadas e produzir alimentos. A Agroecologia está sendo utilizada na reforma agrária popular, como ferramenta de resistência e produtividade. A Rede Agroflorestal é constituída pela comunidade civil, estudantes, MST, ATERS, pesquisadores da APTA dentre diversos atores de campo. Acompanhamos os mutirões agroflorestais em assentamentos do Movimento Sem Terra (MST). Apresentamos os estudos de casos dos mutirões de SAF nos assentamentos Olga Benário - Tremembé e Nova Esperança - São José dos Campos. Esse trabalho foi construído por meio da História Oral. Buscamos construir análises geográficas sobre o fenômeno de conexões populares - Rede Agroflorestal, que está promovendo transformações socioambientais na região do Vale do Paraíba.
Palavras-chave: Sistemas agroflorestais. Mutirões. MST. Agroecologia. Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba.
Banca:
Pesquisadora Drª Cristina Maria de Castro
Professora Drª Suzana Lopes Salgado Ribeiro
Professor Me. Renê Antônio Novaes Junior
22 de jan. de 2018
1º Encontro Rede agroflorestal 2018
Co-relações agroflorestais Vivência Paraty - Sitio São José/Zé Ferreira
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| Mutirão agroflorestal no lote da Dalva / Maria Severiana, Assentamento Nova esperança, São José dos Campos/SP. Imagem: Lucas Lacaz Ruiz |
O objetivo é... proporcionar o intercâmbio de saberes e práticas dos agricultores da rede e envolver outros agricultores da região, que ainda não conhecem os SAF ou que conhecem sistemas em processos iniciais, apresentar um sistema já consolidado e em constante mudanças, por meio dos manejos empregados pelos planejamentos do Zé Ferreira em sua área situada na densa floresta atlântica na Serra do Mar, e assim quais técnicas ele se utiliza e como realiza seus processos de produção desde o plantio inicial até o beneficiamento e comercialização.
Esse encontro também objetiva a articulação da Rede Agroflorestal, a criação da prévia do calendário de atividades em 2018, visando interligar os produtores agroflorestais, fortalecer a cadeia de produção bem como a assistência técnica participativa, e identificar demandas, gargalos e pontos frágeis onde necessitam-se de atuações dos atores da Rede Agroflorestal, para que a produção em SAF ganhe espaço e os produtores possam dar continuidade na conquista pela sustentabilidade e soberania, tornando nossos sistemas integrados, biodiversos, abundantes e com sanidade, buscando oferecer alimentos de alto valor biológico à população, bem como contribuir para a restauração e a conservação dos agroecossistemas e ecossistemas nas regiões de atuação.
Lista dos integrantes do encontro:
Nucleo frente vale Nucleo médio vale Núcleo fundo do vale Núcleo serra mar
1)Doni 7)Binha 16)Tales 19)Cristiane
2)Valdir 8)Paulo 17)Dani 20)Fú
3)Lucas 9)Valdir 18)Despertar do Gigante 21)Silvério
4)Nova Esperança 10)Andrea 19)Livia 22)Cicero
5)Pupa 11)Zé 23)Célia
6)Lucas L 12)Claudio 24)Eduardo
13)Marilda 25)Anderson
14)Antonio 26)Mariana
15)Marcelo 27)Glberto
29)Tainara
Convidados:
EMATER-RJ
Akarui-SLP
Serra Acima-Cunha
APTA-Pindamonhangaba
Instituto AUÁ
Fazenda Nova Coruptuba
Sitio Terra de Sta Cruz.
Programação :
Sábado- 27/01
• 16h-19h /Acolhimento café da tarde
Café,sucos, pães, bolos, frutas – levar contribuições;
• 20h Apresentação dos participantes e objetivos do encontro;
• 21h – Janta: Arroz, feijão, abobora refogada com orapronobis e salada de alface, palmito e fruto de pupunha, suco limão cravo.
• 22:30 –chá camomila recolhimento
Domingo 28/01
• 6h- Alvorada e alongamento
• 6:30h café da manhã: Cuscuz massa puba, inhame cozido, chocolate?(Zé), mel, café, suco limão cravo hortelã.
• 7h inicio dos trabalhos (Zé detalhar)
• 11h fechamento e avaliação.
• 12h almoço: arroz, feijão, farofa de guandu e mandioca frita, salada de alface, fruto de pupunha cozido.
• 14h inicio dos trabalhos período tarde(Zé?)
• 17h café da tarde : Tapioca/ crepioca/ chapati - salgadas e doces. Suco limão capim cidrera e café.
• 19h- Roda de conversa: Agroecologia X Agronegócio –sustentabilidade soberania e saúde.
• 21h- Janta: arroz , feijão, bolinho de mandioca, farofa de couve, cenoura, bertalha e salada de alface e chuchu cozido, suco de manga com hortelã.
• 22:30-chá capim cidrera/recolhimento
Segunda 29/01
• 7h- alvorada e alongamento
• 7:30h- café da manhã : Mandioca cozida, bolo de mandioca, tapioca de mandioca, café, suco de manga com cidrera, frutas-banana e manga.
• 8h – inicio dos trabalhos (Zé?)
• 10h- Roda de conversa economia solidaria, trocas e desafios da comercialização.
• 12h –considerações finais e montagem do calendário prévio de atuações da rede e dos núcleos.
• 13h – almoço : arroz diferenciado, feijão, abóbora refogada com legumes e salada de pancs com palmito. Suco de limão cravo com manga.
• 15h- Encerramento/trocas de sementes e mudas e despedida.
Lista de alimentos a serem contribuídos pelos participantes;
Arroz -4 pct de 5 kg
Feijão – 6 pct de1 kg
Sal 1kg
Farinha de mandioca 2 kg
Alho- 500gr
Cebola-1 kg
Óleo de girassol- 2 l
Açúcar 2 kg
Café 2 kg
Polvilho 2kg
Trigo 2 kg
Farinha de milho 2 kg
Papel higiênico 8 rolos
Sabão em pedra neutro 2 barras
Escova de banheiro 1 un
Esponjas 4 un
Organização: Thiago Coutinho
Confirmações/Contatos: https://www.facebook.com/events/1754394428201749/?notif_t=plan_user_invited¬if_id=1516551534948403
8 de dez. de 2017
MUTIRÃO AGROFLORESTAL Ribeirão Grande-Pindamonhangaba.

Data:15/12/2017
Local: fazenda Boa Esperança-Estrada Jesus Antonio de Miranda nº13000
Implantação de sistema agroflorestal com foco inicial em horticultura -
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| Equipe de trabalho que participou do Mutirão no Assentamento Olga Benário, Tremembé, SP faz a chamada para o mutirão na Fazenda Boa Esperança, no Ribeirão Grande em Pindamonhangaba. |
-8h café da manha participativo
-8:45 apresentação participantes.
-9h Breve explanação sobre funcionamento dos SAF's e apresentação de planejamento prévio de produção, com vistas a curto, médio e longo prazo/ Argumentação sobre atuação da empresa de celulose FIBRIA e suas atividades de produção na comunidade.
-9:45h- Definição do desenho do sistema a ser implantado, e divisão das frentes de trabalho.
-10h-Execução da força trabalho em mutirão.
-12h-Avaliação das atividades.
-12:30-Almoço agroecologico
-14h troca de sementes e mudas; elaboração Prévia de documento sobre atuação da Fibria.(bate papo sobre articulação SPG Vale do paraíba -certificação participativa)
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Localização da Fazenda Boa Esoerança, nº13.000, Estrada do Ribeirão Grande, Pindamonhangaba/SP![]() |
-O que levar?
-Contribuições saudáveis para café da manhã.(Obrigatório)*
- Ferramentas(enxada,enxadão,cavadeira,facão.)Se possível*
-sementes e mudas para troca(se possível)*
Fazer reservas pelo telefone/whatsapp:(obrigatório)*
12-997320603-Andrea Seixas Palma Montini
Realização:
RELATO FOTOGRÁFICO
MUTIRÃO AGROFLORESTAL - SÍTIO BEIJAFLORA, ASSENTAMENTO OLGA BENÁRIO TREMEMBÉ, SP
Data:01/12/2017
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| Ferramentas utilizadas no plantio de SAF. |
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| Identificação e troca de sementes crioulas utilizadas no plantio. |
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| Agente de transformação social: o mutirão contou com a participação de muitas crianças do Assentamento Olga Benário, que aplicam os conhecimentos obtidos nos mutirões desde o ano de 2013. |
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| Restauração ambiental com SAF em 2000m² de solo arenoso declividade ondulada situado acima de reservatório de água. |
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| Plantio de linhas de abacateiro alternados com manga e árvores nativas para madeira e poda. |
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| Café da manhã e almoço reforçados com alimentos agroecológicos da roça. |
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"A doação de sangue pode salvar o próximo!". |
23 de nov. de 2017
Dia 28/11/2017 - Encontro abre espaço para Relatos da REDE AGROFLORESTAL
O Vale do Paraíba e a Serra da Mantiqueira têm uma riqueza enorme de conhecimentos tradicionais que necessitam se conectar ao que há de mais novo sobre a agrofloresta. Há muitos profissionais e agricultores com elevado nível de capacitação e aptos a apresentar para a sociedade novas formas de produção conectados com a vida na Terra.
Como exemplo, em Tremembé há agricultores agroecológicos restaurando solos, nascentes e salvando pomares de citros doentes por greening com os sistemas agroflorestais. O citros compõe a principal frutífera do Vale.
Enquanto isso, na Serra da Mantiqueira, grupos de novos produtores rurais e a população tradicional traçam novas estratégias para criar sistemas de produção biodiversos, incluindo a oliveira, frutas vermelhas, nectarinas e macieiras em reconexão com a araucária (pinheiro brasileiro).
Mas os benefícios da agrofloresta ainda é subaproveitado por falta de apoio dos gestores públicos.
Por isso a REDE AGROFLORESTAL tem a premissa de disseminar os sistemas agroflorestais através dos mutirões e com métodos inclusivos, multiplicando os produtores de vida!
Os relatos neste evento abordarão a produção de bananas e frutas nativas em SAF, o manejo agroecológico da braquiária, adubação verde, compostos orgânicos e muito mais, especialmente no quesito Mobilização Popular. Como exemplo, a relevância do trabalho com os 'Sem Terra' é que há mais de 1.000 hectares de áreas rurais em assentamentos de reforma agrária abrangendo cerca de 400 famílias que precisam plantar e vender a produção localmente.
É estratégico fortalecer ações de restauração ambiental na agricultura familiar pela geração de renda no campo, abastecimento de mercado local, reforço na produção de água nas microbacias, formação de corredores de agroflorestas ligando fragmentos florestais...
Ao todo estimamos mais de uma centena de produtores rurais e o novo rural trabalhando com sistemas agroflorestais no Vale do Paraíba e na Mantiqueira.
Relatos de Vivências:
Pesquisa Participativa e Agrofloresta - APTA/SAA - Antonio Devide
Métodos de trabalho que envolve a população na criação de sistemas agroflorestais com base em dados científicos da vida secreta das plantas, da memória da água, da manipulação de energias positivas.
Sítio Agroecológico, São José dos Campos - Valdir Martins
Valdir Martins é um agricultor paranaense que entrou para o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra após viver no estado do Mato Grosso onde o desmatamento e o agronegócio imperam. Possui um lote de cinco hectares no Assentamento Nova Esperança onde está redefinindo o uso do solo com SAF em aleias para horticultura (Agricultura Sintrópica) e restauração de nascentes.
Atua em parceria com o MAIS - Movimento de Agroflorestores de Inclusão Sintrópica focando a pesquisa participativa e a partilha do conhecimento.
Sítio Terra de Santa Cruz, Aparecida - Ana Aguiar e Marcos Marsicano
Casal de agrônomos produtores rurais com certificação orgânica há mais de 10 anos, tem cerca de oito módulos de SAF Biodiverso, SAF Simplificado e SAF Sintrópico conectados à piscicultura. Comercializam alevinos de tilápia sendo a água dos peixes tratada em tanques com plantas aquáticas (wetland) retornando purificada para a criação (sistema fechado eficiente no uso da água). Os resíduos são fertirrigados nos SAF colhendo excelentes resultado de produtividade!
Tem destaque a produção de café, diversidade de palmáceas e os araribás.
Sítio dos Ipês, Cachoeira Paulista - Thales Ferreira
Herdeiro de fazenda antiga da família, filho de pesquisador aposentado do INPE, formado em Biologia, Thales decidiu atuar com sua família na restauração do solo e nascentes com SAF Sintrópico em Cachoeira Paulista. Expandiu suas ações em Cruzeiro e em Lorena com o projeto Despertar do Gigante em parceria do Professor Bruno Almeida (UNISAL/USP) e Leonardo.
Traz informações dos impactos positivos da produção de olerícolas em SAF Sintrópico,
restaurando os solos e nascentes naquele trecho da bacia hidrográfica.
Destaca o trabalho da Agrofloresta em união com a Espiritualidade.
24 de out. de 2017
2 de out. de 2017
Agenda de Mutirões Agroflorestais no Vale do Paraíba
Mutirão Agroflorestal em SAF Multiestrato Biodiverso
Sítio Terra de Santa Cruz, divisa Roseira - Aparecida.
Data: 05/10/2017Instrutores: Marcos Marsicano e Ana Salles
Partilharão os conhecimentos adquiridos em uma década de manejo agroflroestal, com foco na implantação e manejo de SAF utilizando água de reuso de piscicultura para fertirrigação, tendo como carro-chefe novas variedades de banana, utilizando na adubação pós de rocha, farelos de múltiplos grãos e o controle biológico com Trichoderma nativo.
Programação:
Recepção: 8:00 h com café da manhã colaborativo
Vivência em Sistemas Agroflorestais
Almoço Vivência em Sistemas Agroflorestais
Avaliação: 16:00 h

Trazer ferramentas, sementes e mudas para troca, chapéu, alimento caseiro para café da manhã.
Os contatos estão no mapa.
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6° curso de Implementação e Manejo de Agrofloresta com foco em Horticultura e Fruticultura
Curso de 2 dias com vivencia de conhecimento de Agrofloresta por meio de práticas de permacultura, agroecologia e meditação.
Venha Despertar a conexão com a Mãe Natureza e com a Vida!
Venha Despertar a conexão com a Mãe Natureza e com a Vida!

APLICABILIDADE DO CURSO: Hortas Caseiras, Hortas Urbanas Comunitárias, Recuperação de Nascentes e Mata Ciliares de Rios, Produção de Alimentos em Larga Escala.
LOCAL: Agrofloresta Quinta das Flores, Lorena – SP
DATA: 7 e 8 de outubro 2017.
Carga prática: 16 horas
Carga teórica: 2 horas
Carga prática: 16 horas
Carga teórica: 2 horas
29 de set. de 2017
2ª CONFERÊNCIA SUL-AMERICANA DA ISKON DE SUSTENTABILIDADE NA ESPIRITUALIDADE "DE VOLTA ÀS RAÍZES"
PINDAMONHANGABA - MUTIRÃO NA PRAÇA DO BAIRRO CASTOLIRA
A Vivência de Campo RAIS (Rede de Aprendizagem e Inovação em Sustentabilidade) chega à sua terceira edição em 21 de setembro. Desta vez, quem nos recebe é o Projeto Semeando Valores no Castolira, criado pelas agentes de saúde do Programa Saúde da Família (PSF) no Castolira, em Pindamonhangaba, no interior paulista, e que viabilizou a construção de um Parque Ecológico na entrada do bairro.
Neste encontro, realizaremos o planejamento participativo do espaço, práticas de plantio e oficinas de argila, e jogos cooperativos para as crianças, tudo isso em parceria com o setor público e a comunidade.
A vivência é aberta a qualquer um que se interessar pelos temas da programação e em contribuir com o desenvolvimento sustentável da região. Para participar, basta comparecer!
PROGRAMAÇÃO
- 8h30 às 9h - Abertura com apresentação da proposta do dia e alongamento
- 9h às 10h - Oficina de modelagem em argila com o artista plástico André Yassuda - até 10 crianças - Turma 1
- 9h30 às 11h20 - Jogos cooperativos com a equipe do Muda Territórios - até 30 crianças
- 10h20 às 11h20 - Oficina de modelagem em argila com o artista plástico André Yassuda - até 10 crianças - Turma 2
- 9h às 9h30 - Discussão sobre o processo de recuperação do solo e apropriação de espaços públicos para revitalização e transformação dos mesmos - responsáveis Francine Andrade e Nely Moreira Diogo
- 9h30 às 12h - Mutirão de recuperação do solo - Jovens e Adultos presentes - responsáveis Francine Andrade e Nely Moreira Diogo
- 12h às 13h30 - Almoço Centro Comunitário - cada participante ficará responsável por sua alimentação
- 13h30 às 15h - Plantio de mudas - parceria com Meio Ambiente - responsáveis Francine Andrade e Nely Moreira Diogo
- 13h30 às 14h30 - Oficina de modelagem em argila com o artista plástico André Yassuda - até 10 crianças - Turma 3
- 13h30 às 15h20 - Jogos cooperativos com a equipe do Muda Territórios - até 30 crianças
- 14h30 às 15h30 - Oficina de modelagem em argila com o artista plástico André Yassuda - até 10 crianças - Turma 4
- 15h45 - Roda de conversa e encerramento.
Neste encontro, realizaremos o planejamento participativo do espaço, práticas de plantio e oficinas de argila, e jogos cooperativos para as crianças, tudo isso em parceria com o setor público e a comunidade.
A vivência é aberta a qualquer um que se interessar pelos temas da programação e em contribuir com o desenvolvimento sustentável da região. Para participar, basta comparecer!
PROGRAMAÇÃO
- 8h30 às 9h - Abertura com apresentação da proposta do dia e alongamento
- 9h às 10h - Oficina de modelagem em argila com o artista plástico André Yassuda - até 10 crianças - Turma 1
- 9h30 às 11h20 - Jogos cooperativos com a equipe do Muda Territórios - até 30 crianças
- 10h20 às 11h20 - Oficina de modelagem em argila com o artista plástico André Yassuda - até 10 crianças - Turma 2
- 9h às 9h30 - Discussão sobre o processo de recuperação do solo e apropriação de espaços públicos para revitalização e transformação dos mesmos - responsáveis Francine Andrade e Nely Moreira Diogo
- 9h30 às 12h - Mutirão de recuperação do solo - Jovens e Adultos presentes - responsáveis Francine Andrade e Nely Moreira Diogo
- 12h às 13h30 - Almoço Centro Comunitário - cada participante ficará responsável por sua alimentação
- 13h30 às 15h - Plantio de mudas - parceria com Meio Ambiente - responsáveis Francine Andrade e Nely Moreira Diogo
- 13h30 às 14h30 - Oficina de modelagem em argila com o artista plástico André Yassuda - até 10 crianças - Turma 3
- 13h30 às 15h20 - Jogos cooperativos com a equipe do Muda Territórios - até 30 crianças
- 14h30 às 15h30 - Oficina de modelagem em argila com o artista plástico André Yassuda - até 10 crianças - Turma 4
- 15h45 - Roda de conversa e encerramento.
INFORMAÇÕES
QUANDO: 21 de setembro, das 8h30 às 16h, com intervalo para o almoço das 12h às 13h30.
LOCAL: Parque Ecológico do Castolira - Rua Felício Carpana Vitalli, na entrada do bairro Castolira, ao lado da Escola Julieta Reale, em Pindamonhangaba - SP.
INSTRUTORES PRÁTICOS: André Yassuda - atista plástico e Antonio Devide - Pesquisador da APTA Vale do Paraíba
PÚBLICO: educadores, estudantes, representantes do poder público, de ONG´s, da iniciativa privada e demais interessados nos temas sustentabilidade, educação, inovação, desenvolvimento local e regional e temáticas afins.
ALIMENTAÇÃO: os lanches da manhã e da tarde ficam a cargo dos participantes em modelo colaborativo. Para aqueles que preferirem almoçar no local, indicaremos fornecedores para a encomenda de marmitas.
NAS REDES
Projeto Semeando Valores: https://www.facebook.com/ groups/1047998715265636/
MUDA: https://www.facebook.com/ amudazen/
Artista plástico André Yassuda: https://www.facebook.com/ andre.yassuda.31
QUANDO: 21 de setembro, das 8h30 às 16h, com intervalo para o almoço das 12h às 13h30.
LOCAL: Parque Ecológico do Castolira - Rua Felício Carpana Vitalli, na entrada do bairro Castolira, ao lado da Escola Julieta Reale, em Pindamonhangaba - SP.
INSTRUTORES PRÁTICOS: André Yassuda - atista plástico e Antonio Devide - Pesquisador da APTA Vale do Paraíba
PÚBLICO: educadores, estudantes, representantes do poder público, de ONG´s, da iniciativa privada e demais interessados nos temas sustentabilidade, educação, inovação, desenvolvimento local e regional e temáticas afins.
ALIMENTAÇÃO: os lanches da manhã e da tarde ficam a cargo dos participantes em modelo colaborativo. Para aqueles que preferirem almoçar no local, indicaremos fornecedores para a encomenda de marmitas.
NAS REDES
Projeto Semeando Valores: https://www.facebook.com/
MUDA: https://www.facebook.com/
Artista plástico André Yassuda: https://www.facebook.com/
LUCAS LACAZ RUIZ é repórter fotográfico e o articulador de uma ação encampada pela Prefeitura Municipal, que ocorrerá no dia 23/09, na praça pública Rubens Castilho, no Jardim Estoril, em São José dos
Campos (Zona Sul).
Plantio de árvores - 9:00 às 12:00 h
Informações: (11-97339-3766) lucaslacazruiz@yahoo.com.br
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| Lucas (camisa verde) é articulador da implantação de SAF em área pública de SJC, com apoio da Prefeitura Municipal. |
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