2 de out. de 2014

Próximos mutirões


MUTIRÃO AGROFLORESTAL NO ASSENTAMENTO OLGA BENÁRIO, EM TREMEMBÉ/SP
DATA: 09/10/2014 (quinta-feira)
Horário: 8-17h
Sítio do Seo Geraldo e Dona Ana

Como chegar
Acesso por Pindamonhangaba – segue para Campos do Jordão, passando o trilho de trem no Bairro Bonsucesso, entra à esquerda antes da quadra de esportes, segue na estrada de terra para o bairro Kanegae, até o bar João Farias (referência Sítio Morila à direita), segue beirando o rio até a porteira do assentamento.

Acesso via SP - passa o centro de Tremembé sentido Campos do Jordão, entrando à direita na altura do Forró Crozariol, seguindo até o bar do João Farias (idem).
Contato: Michele Anita (12) 99781-4068 (agendar inscrição/alimentação).
Levar utensílios próprios (caneca/prato/talher), ferramentas (enxada, cavadeira, enxadão ou vanga), mudas e sementes para o plantio e para a troca.

Programação
Manhã
8h Café caboclo
9-11h Mutirão agroflorestal com metodologia participativa visando à troca de informações, incorporando sugestões de manejo e novos sistemas de plantio. Formação de grupos de trabalho respeitando sempre os desejos d@s agricultor@s locais.
11-12h Avaliação
12-14h Almoço agroecológico

Tarde
14h Trocas de Sementes, Mudas e Revistas de Agroecologia
14:30h Reunião (proposta de pauta – informes para a formação de caravanas)
- Feira de Troca de Sementes e Animais Caipiras em Cunha/SP (15 e 16/11/2014)
- Vivência no Sítio São José em Paraty/RJ (19 a 21/11/2014)
- Visita ao Sítio do Bello Paraibuna (sem data definida)
- Feira do SESC (sem data definida)
- Reunião da Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba (Outubro/2014)
16-17h Visitas nos SAFs recém-implantados: Valdir/Carmem, Michele/Vitor, Dona Alverinda. O objetivo é avaliar os resultados iniciais e debater o manejo futuro.


NOVO CALENDÁRIO DE MUTIRÕES:
9/10 - Geraldo/Ana - Tremembé (confirmado)
15/10 - Laerte Evaristo - Estrada do Pinhão do Una 14.450 em Pinda (997900088 - confirmado)
3/11 – São José dos Campos (vão indicar a família beneficiária)
12/11-Rosemeire Firmino de Jesus - Tremembé (997768821 - confirmado)
26/11 – Thiago Coutinho, sitio São Francisco, 13221-bairro Bonsucesso, Pindamonhangaba
10/12 - Márcia Barbosa dos Santos - Tremembé (997069427 – falta confirmar).


24 de set. de 2014

Mutirão Agroflorestal - Daniel e Raimunda

Relato de vivência
MUTIRÃO AGROFLORESTAL NO ASSENTAMENTO NOVA ESPERANÇA, EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, SP.
Lote 24 do casal Daniel da Silva e Raimunda de Andrade

chegada do pessoal, as mudas, sementes para o plantio... 



Resumo da vivência do agricultor: Daniel da Silva realiza a produção orgânica e convencional no lote 24. Sua família tem origem na área rural, mas trabalhou muitos anos em fábricas de Suzano/SP, passando a integrar o MST e vindo a ser assentado em São José dos Campos, onde vive eminentemente da agricultura de pequena escala em bases quase sustentáveis. Anteriormente (2011), participou de trabalho promovido pelo ITESP – Instituto de Terras do Estado de São Paulo com apoio da APTA – Polo Vale do Paraíba, realizando o plantio de novas variedades de mandioca amarelas do IAC – Instituto Agronômico de Campinas, ricas em vitamina A, que ainda conserva. Em 2013, integrou o grupo de técnicos e agricultores que elaborou de maneira participativa o projeto ‘Regeneração: religando o homem à natureza’ submetido ao PDRS-Microbacias II, indeferido pela SMA-SP, e que está sendo conduzido de maneira altruísta e independente por técnicos e produtores vinculados à Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba, agricultores vinculados ao MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, APEP – Associação de Produtores Ecológicos de Pindamonhangaba, APROVAP – Associação de Produtores Orgânicos do Vale do Paraíba e INCRA/IBS – Instituto Biossistêmico.

Resumo do mutirão
Preparo do solo: o plantio do SAF se deu em uma roça de mandioca de 60 dias. A braquiária espontânea foi capinada previamente e o agricultor já havia aberto os berços de banana (4x4m), adubados com cinzas, composto orgânico e calcário. O solo arenoso estava bastante solto e um pouco compactado em profundidade (20cm). O plantio se deu em linhas intercaladas com a banana. Na linha da banana introduziram-se arbóreas frutíferas, adubadeiras (pioneiras e secundárias iniciais) e do futuro (secundárias tardias e climácicas). Nas entrelinhas, contendo a mandioca, intercalou-se uma linha central de cana alternada com margaridão. A adubação verde foi misturada em coquetel e adicionada nos berços de banana, florestais e entrelinhas de mandioca. Ainda plantou-se taro (Colocasia esculenta), araruta ou açafrão nos berços de banana.

Avaliação: positiva, os grupos trabalharam de maneira mais organizada porque o plantio foi facilitado pelo agricultor Daniel, que já havia planejado previamente o sistema e aberto os berços para o plantio das bananeiras BRS Conquista e IAC 2001 (prata).

Visita à propriedade: após a troca de sementes foi feita uma visita à propriedade. Cota abaixo do SAF instalado, observamos o bananal decadente em meio a forte estiagem, porém, conservando o ambiente úmido com vegetação de sombra, muitas taiobas e major gomes (PANCs – Plantas Alimentícias Não Convencionais), sendo esse um local ideal a ser convertido em SAF, dado o farto material orgânico da bananeira para adubação verde (bananagel). Adiante, contornando a estrada que passa logo abaixo, a roça de maracujá solteiro, ainda com herbicida. Sugeriu-se plantar o amendoim forrageiro (Arachis pintoi), tendo em vista que controla as plantas invasoras indesejáveis, aporta nitrogênio por meio da simbiose com bactérias que fazem a nodulação nas raízes, descompacta camadas sub-superficiais do solo adensadas, melhora a infiltração da água no solo e combate a erosão. Adiante, visitou-se a horta orgânica, que mistura hortaliças convencionais e PANCS. O sistema elaborado pelo próprio agricultor para captação de água e irrigação deveria servir de exemplo para todos os demais assentados, especialmente, para àqueles que não dispõem de água na propriedade. Daniel desenvolveu um sistema de fertirrigação por aspersão muito simples e de fácil manejo. A água é captada por meio de mangueira a 500m de distância, abastece um reservatório, é bombeada para uma caixa d’água no alto do morro e segue para irrigação. Uma vez por semana adiciona em outra caixa de passagem menor o esterco de aves dentro de um saco de cebola, que permanece submerso por dois dias. A mistura é coada e bombeada para a caixa maior no alto do morro e segue para a fertirrigação. Quando há pragas, adiciona à caixa de passagem uma planta de mamona picada no mesmo saco, deixando de molho e seguindo o mesmo tratamento de aspersão. Ainda que seja aspersão convencional, cujo uso da água é abundante, Daniel relata que não precisa fazer muitas irrigações na semana, porque o uso de composto e a adubação orgânica via fertirrigação deixa as plantas mais resistentes à seca. Seu interesse pelo SAF está relacionado à necessidade de aperfeiçoar a fruticultura (banana e citros, principalmente), combater o fogo com quebra ventos, conservar o solo, criar um ambiente mais agradável e substituir os insumos químicos para um sistema mais equilibrado.

Tecnologias em debate: revisitaram o plantio em mandala, separaram as mudas para o plantio, porém, não houve facilitador e interessados em vivenciá-la.

Troca de sementes: após a reunião de avaliação/confraternização realizou-se a troca de sementes e de fascículos da Revista Agriculturas da AS-PTA (Acessoria de serviços e Projetos em Tecnologias Alternativas), também, disponível no endereço eletrônico, 
<http://aspta.org.br/revista-agriculturas/> 
Disponibilizadas pela APTA – Vale do Paraíba, os agricultores levam as revistas para suas casas comprometendo-se em realizar a leitura, muitas vezes com a ajuda dos filhos em função da baixa formação escolar, depois realizam a troca e os relatos dos novos aprendizados.


Relatores: Antonio Devide – pesquisador da APTA, membro da Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba


visitando a área destinada para o SAF. Daniel já havia adiantado o serviço.

O pessoal trabalhando em grupos, no plantio.

Muitas mudas produzidas pelos próprios agricultores, outras trazidas por membros da Rede Agroflorestal.

Adagilson PT abrindo sulcos para o plantio de cana/margaridão e adubação verde, que veio sendo plantada pelo seo Geraldo.


Visita à horta orgânica.


Daniel mostrando a captação de água, a caixa de passagem com adubo orgânico e adiante a caixa maior para irrigação/fertirrigação.
Horta sendo irrigada.

Troca de sementes e revistas












10 de set. de 2014

MUTIRÃO AGROFLORESTAL NO ASSENTAMENTO NOVA ESPERANÇA, EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS/SP

DATA: 17/09/2014

Horário: 8-17h


Lote nº 51 de Adagilson e Maria Lúcia no Assentamento Nova Esperança - SP



Resumo: Mutirão agroflorestal no Assentamento Nova Esperança, São José dos Campos, no lote do casal Adagilson e Maria Lúcia, agricultores familiares protagonistas nos encontros organizados pela Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba e colaboradores. 

O objetivo desse mutirão é implantar um SAF com sementes e mudas florestais, com agricultores locais, ressaltando o protagonismo destes na solução dos problemas, apoiando-os com informações técnicas, acesso às coleções de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs), adubos verdes e sócio-biodiversidade de espécies nativas e exóticas, incentivando a troca e o compartilhamento desses recursos.


Endereço: Saindo pela Rodovia Dutra em direção ao Centro de São José, segue para a Via Norte em direção ao Bairro Alto da Ponte. O ponto de referência é o Clube Luso Brasileiro na Estrada Pedro Moacir de Almeida, km 13. No final do asfalto, sair na 1ª esquerda e está no Assentamento Nova Esperança, segue subindo pegando à direita. Quem vem de Caçapava, é na 1ª entrada.

Contato: Adagilson/Maria Lúcia (12) 99779-9776 (agendar inscrição/alimentação). 
Trazer SEMENTES FLORESTAIS e mudas para o plantio e troca. 
Trazer ferramentas próprias (cavadeira/enxadão) e utensílios (caneca/prato/talher).

27 de ago. de 2014

MUTIRÃO AGROFLORESTAL NO ASSENTAMENTO OLGA BENÁRIO, EM TREMEMBÉ/SP


DATA: 05/09/2014 


Horário: 8-17h

Sítio da Vera lote 26 do Assentamento Olga Benário em Tremembé - SP 

Acesso via Pindamonhangaba - entra sentido Campos do Jordão, passa a entrada do último mutirão da Cristina e Irineu (estrada Anhanguera) passa duas lombadas no bairro Bonsucesso e entra à esquerda após a quadra sentido Estrada para o bairro Kanegae, até o bairro João Farias (referência Sítio Morila), segue beirando o rio até a porteira do assentamento.


Acesso via SP - passa o centro de Tremembé sentido Campos do Jordão, entrando à direita na altura do Forró Crozariol, seguindo até o bairro João Farias (referência Sítio Morila), beirando o Rio Paraíba do Sul - Bandeira do MST na entrada do Assentamento.


Contato: Alverinda Souza dos Santos (11) 97432-6861 (agendar inscrição/alimentação). 
Levar ferramentas (cavadeira/enxadão) e utensílios próprios (caneca/prato/talheres).

18 de ago. de 2014

MUTIRÃO AGROFLORESTAL NO ASSENTAMENTO NOVA ESPERANÇA, EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, SP

Resumo: Mutirão agroflorestal no lote 24 do Assentamento Nova Esperança I, em São José dos Campos, pertencente ao casal Daniel Raimundo da Silva e Raimunda da Silva de Andrade, agricultores familiares protagonistas nos encontros organizados pela Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba e colaboradores. Assim, tornaram-se beneficiários de um módulo agroflorestal (SAF) a ser instalado por meio de mutirão a ser realizado no dia 20/08/2014. O objetivo é introduzir um SAF com agricultores locais, ressaltando o protagonismo destes na solução dos problemas, apoiando-os com informações técnicas, acesso às coleções de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs), adubos verdes e biodiversidade de espécies nativas e exóticas já cultivadas nos SAFs, incentivando a troca e o compartilhamento dos recursos genéticos locais.
Programação proposta: 
9h - Recepção e café da manhã participativo
9:30h – Depoimento dos agricultores e escolha da área
Estudo participativo da paisagem - relevo, solos, vegetação, água e sol
10:00h – Implantação de SAFs com métodos alternativos – cultivo em faixas, mandala
12:00h - Almoço
14:00h – Troca de sementes, avaliação e encaminhamentos
Endereço: lote 24 do Assentamento de Reforma Agrária Nova Esperança I em São José dos Campos. Saindo pela Dutra em direção ao Centro de São José, segue para a Via Norte em direção ao Bairro Alto da Ponte. O ponto de referência é o Clube Luso Brasileiro na Estrada Pedro Moacir de Almeida, km 13. No final do asfalto, sair na 1ª esquerda e está no Assentamento Nova Esperança, segue subindo. A propriedade fica do lado esquerdo, referência a plantação de maracujá.
Coordenação: APTA (Antonio Devide e Cristina Castro), INCRA/IBS (Ceceo Chaves e Rudson Cristiano) e MST (Daniel da Silva e Raimunda de Andrade).
Colaboradores: Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba
Data: 20/08/2014
Público: 35 agricultores dos assentamentos Nova Esperança de São José dos Campos, Conquista e Olga Benário de Tremembé, Manoel Neto de Taubaté e acampamento Egídio Brunetto Lagoinha, pesquisadores, técnicos do INCRA/IBS, gestores da Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba e educandos.
Parceria: APTA Vale do Paraíba, INCRA/IBS, Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba.
Informações: Atividade organizada conforme encaminhado na reunião de avaliação do ‘Projeto Regeneração: religando o homem à natureza’ no Mutirão Agroflorestal no Sítio Araçatuba, em Pindamonhangaba, no dia 25/06/2014. Tem como meta o aperfeiçoamento mútuo mediante a troca de experiências integrando práticas de pesquisa, ensino e extensão rural, com base na alternância e vivência local, focando a disseminação dos Sistemas Agroflorestais na bacia hidrográfica do Rio Paraíba do Sul.

OBSERVAÇÕES: levar ferramentas próprias (enxadão, cavadeira, enxada, facão, serrote, lima e disposição). 

Confirmar presença com Seo Daniel 99744-9488.

2 de ago. de 2014

MUTIRÃO AGROFLORESTAL NO ASSENTAMENTO OLGA BENÁRIO, EM TREMEMBÉ/SP



DATA: 13/08/2014 
Horário: 8-17h
Sítio da Michele no Assentamento Olga Benário em Tremembé - SP 
Acesso via Pindamonhangaba - entra sentido Campos do Jordão, passa a entrada do último mutirão da Cristina e Irineu (estrada Anhanguera) passa duas lombadas no bairro Bonsucesso e entra à esquerda após a quadra sentido Estrada para o bairro Kanegae, até o bairro João Farias (referência Sítio Morila), segue beirando o rio até a porteira do assentamento. 

Acesso via SP - passa o centro de Tremembé sentido Campos do Jordão, entrando à direita na altura do Forró Crozariol, seguindo até o bairro João Farias (referência Sítio Morila), beirando o Rio Paraíba do Sul - Bandeira do MST na entrada do Assentamento.
Contato: Michele  (12) 99781-4068 (agendar inscrição/alimentação). 
Levar ferramentas (cavadeira/enxadão) e utensílios próprios (caneca/prato/talher).

9 de jul. de 2014

DIA DE CAMPO SOBRE AGROECOLOGIA E SISTEMAS AGROFLORESTAIS


Resumo: visita técnica a quatro módulos agroflorestais (SAFs) instalados por meio de mutirões realizados em São José dos Campos, entre 10/2013 e 03/2014. O objetivo é avaliar o desenvolvimento e o manejo dos SAFs ressaltando o protagonismo dos agricultores familiares para a solução dos problemas e apoiá-los mediante o acesso às informações técnicas e às coleções de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs) e adubos verdes introduzidos pela APTA, colaboradores da Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba e incentivar a troca de recursos genéticos.

Programação: 
9h - Recepção e café da manhã participativo
9:30h - Visita ao SAF hortícola de Valdir e Rejane Valdir Martins (60 min)
11:00h - Visita ao SAF em área ciliar de Diurene Paulino (60 min) 
12:00h - Almoço
13:30h - Visita ao SAF de Carlão/Zefa (60 min)
15:00h - Visita ao SAF citrícola da agricultora Dalva (60 min)
16:00h - Avaliação

Endereço: Assentamento de Reforma Agrária Nova Esperança I, lote 17 São José dos Campos, saindo pela Dutra em direção ao Centro de São José, segue para a Via Norte em direção ao Bairro Alto da Ponte. O ponto de referência é o Clube Luso Brasileiro na Estrada Pedro Moacir de Almeida, km 13. No final do asfalto, sair na 1ª esquerda e está no Assentamento Nova Esperança.
Coordenação: APTA (Antonio Devide e Cristina Castro), INCRA/IBS (Ceceo Chaves e Rudson Cristiano) e MST (Carmem Faria e Valdir Martins).
Colaboradores: Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba
Data Início: 11/07/2014
Data Final: 11/07/2014
Público Alvo – 35 agricultores dos assentamentos Nova Esperança de São José dos Campos, Conquista e Olga Benário de Tremembé, Manoel Neto de Taubaté e acampamento Egídio Brunetto Lagoinha, pesquisadores, técnicos do INCRA/IBS, gestores da Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba e educandos.
Parceria: APTA Vale do Paraíba, INCRA/IBS, Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba.
Informações: A atividade foi organizada conforme encaminhamento da reunião de avaliação do ‘Projeto Regeneração: religando o homem à natureza’ no Mutirão Agroflorestal no Sítio Araçatuba, em Pindamonhangaba, no dia 25/06/2014. Tem como meta avaliar a evolução dos SAFs instalados nos mutirões, buscar aperfeiçoamento mútuo mediante a troca de experiências integrando práticas de pesquisa, ensino e extensão rural com base na alternância, focando a disseminação dos Sistemas Agroflorestais no Vale do Paraíba.
OBSERVAÇÕES: levar ferramentas próprias para o manejo (facão, tesoura de poda, podão). Confirmar presença com Valdir Martins 9979-55814

24 de jun. de 2014

CHAMADA PARA MUTIRAO AGROFLORESTAL

MUTIRÃO NO SÍTIO ARAÇATUBA - PINDAMONHANGABA 

DATA: 25/06/2014

LOCAL: Estrada da Pedreira Anhanguera, nº1800

COMO CHEGAR: 

Pegar a Rodovia Caio Gomes Figueiredo (sentido Campos do Jordão), 

entrar na altura da Pedreira Anhanguera, KM 11.

O sítio fica a exatos 1800m do asfalto.

FAVOR LEVAR FERRAMENTAS E MUDAS/SEMENTES PARA A TROCA.



18 de jun. de 2014

MUTIRÃO AGROFLORESTAL NA FAZENDA GRAMINHA, PINDAMONHANGABA – SP



Agricultor familiar: Claudio Macedo sócio fundador da APEP – Associação dos Produtores Ecológicos de Pindamonhangaba.
Objetivo: união de agricultores familiares da reforma agrária com produtores orgânicos ou em conversão, técnicos e acadêmicos de diversas origens para instalar e manejar um sistema agroflorestal (SAF) com a metodologia participativa de mutirão. 
Programação: roda com café da manhã e apresentação dos participantes; resumo do agricultor sobre a propriedade, escolha da área para o SAF e objetivos do sistema - fruticultura nativa o carro chefe; mutirão para a conversão de área degradada em SAF; oficina de ‘rocambole’ de mudas para a implantação de SAFs e restauração de áreas degradadas; avaliação do projeto ‘Regeneração: religando o homem à natureza’. 
Local: Fazenda Graminha, Pindamonhangaba - SP.
Data do evento: 23/05/2014. 
Perfilo do produtor: Cláudio Macedo é agricultor familiar tradicional de Pindamonhangaba que permaneceu na atividade por vocação. Cuida da Fazenda Graminha, herança de seu pai e seus irmãos, com pequena horticultura e fruticultura orgânica, plantações de milho (silagem) e pecuária. O agricultor participa da APEP – Associação dos Produtores Orgânicos do Vale do Paraíba e da feira orgânica na Praça São Benedito, onde comercializa a produção as 3ª e 6ªfeira. 
Escolha do local:  A área (1500m² - 60x25m) localizada no sopé da colina com declive de cerca de 20% é um divisor natural com solo raso de textura argilo-arenosa afloramento de rocha (blocos de quartzo) em pontos do terreno suscetível à erosão superficial (Figura 1). 

Figura 1. Indicação da área com mutirão agroflorestal na Fazenda Graminha, em Pindamonhangaba – SP (2014). 

   O produtor disse que realizou arações sucessivas em anos anteriores para o cultivo de hortaliças e maracujá, deixando o solo “esmiuçado” e “lavado”. A horticultura migrou para as terras baixas abandonando o solo que se degradou coberto com grama batatais (rasteira). 
Para o mutirão, o produtor utilizou arado para abrir nove riscos em nível espaçados a cada seis metros entre si e depositou composto nas laterais.
Mutirão Agroflorestal: Dialogamos sobre a situação do solo comparando a cobertura vegetal local com as de outras vertentes, tais como uma face úmida com ‘casca de barata’ ou ‘clidêmia’ Melastomataceae; face seca com braquiária e cupinzeiros e Mata Atlântica secundária com povoamento de juçara no fundo do vale. É necessário estudar e incorporar as espécies nativas da regeneração natural nos SAFs. 
Decidiu-se por realizar o plantio adensado nos sulcos formando cercas vivas biodiversas (alley cropping) e deixando a grama batatais cobrindo o solo nas entrelinhas, pois, também realiza a fixação biológica do nitrogênio (FBN).
Separados em grupos, os trabalhos foram liderados por participantes experimentadores mais antigos que assumiram o compromisso de iniciar e terminar a mesma atividade, dialogando com os novos participantes a fim de trocar informações e criar laços de amizade. 
Com riscos de arado rasos e o solo esparramado com a grama enraizada, o grupo decidiu capinar as bordaduras formando faixas de 2,0m de largura. O solo da capina retornou com calcário esparramado a lanço e incorporado com grade leve. 
O plantio da aleia foi com mudas e sementes introduzidas dos próprios participantes, com destaque para o ‘rocambole’ de coquetel de mudas produzidas em tubetes. 
A fileira central conteve a banana plantada a cada 4m em berço (30x30cm) com composto (4litros), intercalada com 2 arbóreas (pioneira e não pioneira). 
Para adicionar carbono ao sistema (palha), plantou-se 1 linha de cana de cada lado distante 1m da fileira central com a cada 2m mudas alternadas entrelinhas em ziguezague (Figura 2).
Grama batatais


Figura 2. Croqui de como ficou 1ª linha









Espécies arbóreas: pioneiras e secundárias
Coquetel adubos verdes
Cana
Espécies plantadas: juçara, pau mulato, canafístula, cambucá, ingá, araribá rosa, sabão de soldado, café, guatambu branco, guatambu vermelho, guanandi, paineira, mogno, pau viola, aroeira, capororoca, saguaraji, jequitibá rosa, ipe roxo, cambucá, babosa, eritrina, caroba, marianeira, dedaleiro, baba de boi, cedro rosa, jatobá, guapuruvú, pitangueira, araçá amarelo, goiaba, goiaba roxa, abacateiro, grumixama, cabeludinha, uvaia, cana, banana BRS Conquista e IAC 2001 (prata), açafrão.

Troca de experiências: visita ao bananal com manejo adensado das touceiras com várias famílias - os participantes sugeriram o desbaste e a condução das touceiras formando mãe-filha-neta; o enriquecimento do pomar formando quintal agroflorestal com frutíferas nativas que toleram a sombra, tais como: cabeludinha, uvaia, juçara como o carro chefe, destacando a importância da presença de embaúbas como árvores nativas que reciclam o fósforo e são poleiros naturais para aves, morcegos e outros animais dispersam sementes. Mas antes, deve ordenar a criação de galinhas. O produtor apresentou a área de hortaliças e a coleção de espécies de plantas não convencionais (PANCs).









Troca de mudas e sementes: todos devem realizar a troca de mudas e sementes nos mutirões. Neste, as mudas de Guanandi - Fazenda Coruputuba; da APTA - mogno (de sementes do Seo Ovídio-Assentamento Nova Esperança), Canafístula (de sementes de Evandro de MG), Maracujá roxo nativo (de sementes do agricultor Cláudio da Fazenda Graminha); Thiago Coutinho e Pedro - Monguba, Pau Ferro, Ingá, Ipê Verde (Sítio do Borba) e Edson Oliveira (rocambole com diversidade de espécies da Faculdade de Roseira).

Oficina: Edson Oliveira (FARO) apresentou o “rocambole” de mudas, um sucesso entre os participantes, pois possibilita levar para o campo um número considerável de mudas (50 por rocambole). Estas são retiradas dos tubetes e organizadas na ordem de plantio de acordo com o sistema desejado (implantação ou enriquecimento), enroladas em lona plástica. 
Apresentou algumas espécies para os presentes começarem a identificá-las e reconhecer suas funções no sistema. 







Avaliação:
Marcos: bom, soma das partes é maior que todo.
Natália - São Luiz Paraitinga: agradeceu e espera iniciar um SAF no seu sítio.
Claudio: gostou da implantação do sistema e de fazer parte da Rede.
Micheli: gostou e lembrou a festa no Assentamento Lagoinha.
Nicolas: agradeceu o aprendizado em juntar a prática com a teoria.
Ana: gostou bastante e vai cuidar melhor do que já tem na sua área.
Vera: gostou muito e enquanto existir quer participar.
Ana Salles: cada vez mais pessoas; sugere buscar mais conhecimentos e observar o que já deu certo.
Edson: agradeceu, está retornando para a Rede e trabalha com coleta de sementes e viveiros. Colocou-se à disposição para ajudar.
Gustavo-IBS: nova realidade nos com SAFs que visitou e vai organizar com Edson oficina para vivericultores no Assentamento Olga Benário.
Geraldo: satisfeito em estar nos mutirões e de ajudar a tocar a Rede Agroflorestal. Claudio Locatelli: visitar área antes do mutirão para ver as condições e sugerir o manejo do solo. 
Antonio: Faltou cobertura do solo, fazer mais uma linha no meio com sobra de mudas e adubos verdes ou ir aumentando a faixa já plantada adensando ou expandindo o plantio.
Carmem: cada local é diferente, aprendeu o rocambole, sugeriu identificar as espécies nos mutirões para todos irem aprendendo.
Pedro: pensa projeto conjunto focado em produtos comuns; o grupo da Rede não deve ser “tarefeiro”, deve promover cursos e oficinas rápidas de 1 hora. O grupo deve introduzir abelhas nos sistemas.
Rudson-IBS: agregou conhecimentos e trocou experiências que vai aplicar no dia a dia no trabalho com os agricultores familiares assentados. Tem contato com UNITAU e produtor assentado para parceria.
Cristina Eustáquia: gosta muito da vivência, pois adquire muitos conhecimentos.
Cristina Castro: muito bom; cada área é diferente com novos aprendizados.

Parcerias: 
Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba; 
Fazenda Coruputuba;
APTA – Polo Vale do Paraíba; 
Faculdade Cantareira; 
Agricultores dos assentamentos Olga Benário de Tremembé, Manoel Neto de Taubaté e Egídio Bruneto de Lagoinha. 


Participantes: 20 pessoas das cidades de Pindamonhangaba (APTA), Tremembé/Assentamento Olga Benário, Lagoinha/Assentamento Egídio Bruneto, técnicos do IBS e da Faculdade de Roseira, Fazenda Nova Gokula, agricultores familiares de Taubaté e São Luiz do Paraitinga.

Almoço: arroz, feijão, jiló, costela, mandioca amarela, couve. Sobremesa: doce de Lima da Pérsia (cidra) colhida na área da Carmem e feito pela D. Ana/Seo Geraldo, com o queijo do Cláudio Macedo. Muito bom!

Relatora: Cristina M. de Castro – APTA
Revisão: Antonio C. P. Devide - APTA



12 de jun. de 2014

CHAMADA PARA REUNIÃO TRIMESTRAL DA REDE AGROFLORESTAL DO VALE DO PARAIB



DIA: 13/6/2013
HORÁRIO: CAFÉ DA MANHA AS 8:30
LOCAL: SEDE DA REDE , - FAZENDA CORUPUTUBA , PINDAMONHANGABA-SP , DISTRITO DE MOREIRA CESAR . (vide mapa)

fone: (012)3643-2666


2 de jun. de 2014

MUTIRÃO AGROFLORESTAL NO ASSENTAMENTO MANOEL NETO, BAIRRO REMÉDIO, TAUBATÉ - SP

DATA: 06/06/2014 (sexta-feira)

CAFÉ DA MANHÃ COMUNITÁRIO (colabore) TRAZER UTENSÍLIOS PRÓPRIOS PARA ALIMENTAÇÃO.

        Quem vai participar favor entrar em contato com Paulo Pascoal fone 12-99794-0752                   para agendar o número de refeições (almoço).



TRAZER MUDAS E SEMENTES PARA O PLANTIO E TROCA!

Como chegar ao lote do Sr. Paulo: 
Vindo pela Rodovia Presidente Dutra, na altura da saída para a Rodoviária, pegue o sentido oposto passando por debaixo da Rodovia para quem vem sentido SP e siga em direção ao campus da Agronomia da UNITAU, no bairro Itaim. Passando a UNITAU, siga por mais uns 500m, entra à direita na igrejinha branca e percorra uns 2 km até a próxima igreja grande. A estrada forma um Y, entre à esquerda e a 20m avistará a porteira do Assentamento. Siga em frente subindo. O lote do Seo Paulo é o último (23º04’31,87”S 45º28’21,58”W).

20 de mai. de 2014

 MUTIRÃO AGROFLORESTAL NA FAZENDA 

GRAMINHA 

PINDAMONHANGABA/SP

DATA: 23/05/2014

CAFÉ DA MANHÃ COMUNITÁRIO.
TRAZER UTENSÍLIOS PRÓPRIOS PARA ALIMENTAÇÃO.
Quem vai participar deve fazer contato com Thiago Coutinho pelo telefone (12) 991786677 para agendar o número de refeições (almoço).

TRAZER MUDAS E SEMENTES PARA PLANTIO E TROCA!



COMO CHEGAR: