23 de fev. de 2016

MUTIRAO AGROFLORESTAL














OFICINA DE PLANEJAMENTO SEGUIDO DE IMPLANTAÇAO DE SAF COM ZÉ FERREIRA
LOCAL : CHÁCARA NOSSA SENHORA AP.(Dna Lourdes)
DATA : 27/02
Horário:8h-12h


Como chegar:Rota para Redençao da Serra -
Em Taubaté pegar a saída para Litoral (Ubatuba - Rodovia Oswaldo Cruz), seguir por aproximadamente 17 km até a Rodovia Major Gabriel Ortiz Monteiro (placa indicando entrada para Redenção da Serra), e por mais 13 km, até avistar os primeiros obstáculos (são 3 lombadas), após a segunda lombada está o "bar do Pescador" ( está a direita da estrada - e em frente a um "Loteamento"- até aqui somente asfalto). Entrar a direita na direção do Bar do Pescador (tem um quiosque), a partir daqui a estrada é de terra, passar uma ponte de madeira; manter-se sempre a direita, por aproximadamente 5 km. A chácara N.Sra.Aparecida fica também a direita logo a frente de uma igrejinha (Igreja de São João).

*Todos interessados favor realizar reservas pelo telefone 997237460 falar com Dna Maria De Lourdes Duarte.
Não há custos apenas colaboração para café da manhã!
Levar ferramentas mudas e sementes se possível.

Saudações !!!!!

Mutirão de Implantação em São José dos Campos

Assentamento Nova Esperança - Lote da Dna. Maria Belém

Data: 26/02 sexta-feira
Hora: 07:30   
Rua: Tico Tico lote 14 - Assentamento Nova Esperança I - 
São José dos Campos.
Dúvidas ou informações ligar p/ Aninha Mendes (011) 995062005, Gabriel Moises (012) 997056875.

19 de fev. de 2016

OFICINA DE COLETA DE SEMENTE


.
DATA: 20/02 SÁBADO
Local: Sede Comuna Olga Benário - Tremembé
Horário 8h-12h

Programação
8h-8h:10 Acolhimento
8:10-9h Introdução e Apresentação de espécies
9h-11h Caminhada / identificação e coleta.
11h-11h:50 Organização de materiais e dados coletados/ construção de lista de espécies e calendário de coleta.
12h-Encerramento.
Mais Informações:
996475849-Thiago
997999629-Valdir

11 de fev. de 2016

CALENDÁRIO MUTIRÕES SÃO JOSÉ DOS CAMPOS 2016

CRONOGRAMA DE SAFs 2016 ASSENTAMENTO NOVA ESPERANÇA I-SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
FEVEREIRO
12/02- sexta-feira- Dona Zefa/ Carlão
26/02- II - Maria do Belém(Dona Mara)
MARÇO
05/03- SÁBADO* - Aninha/ Gabriel
25/03- sexta-feira- Dona Diurene/ Gaminha
ABRIL
01/04- sexta-feira- Dona Sara
29/04- II - Silvia/ Ricardino
MAIO
06/05- sexta-feira- Dona Terezinha/ Jairo**
27/05- II - Maria Borges
JUNHO
03/06- sexta-feira- Joel Gama
24/06- II - Adagilson(PT)/ Lucia
JULHO
01/07- sexta-feira- Valdirzinho
29/07 II - Dona Maria Índio
AGOSTO
05/08- sexta-feira- Daniela
26/08 II - Pupa***
SETEMBRO
02/09- sexta-feira- Dalva
30/09- II - Rose
OUTUBRO
07/10- sexta-feira- Altamir
28/10- II - Gessiane
NOVEMBRO
04/11- sexta-feira- Sr. Gessi
25/11- II - Maria Santana(Bia)/ Luciano
DEZEMBRO
02/12- sexta-feira- Mara Galvão
* Data sugerida e aprovada no grupo de SAF do Assentamento.
** Não são do Assentamento, passaremos endereço quando a data do SAF deles estiver próxima.
*** Não são do Assentamento, passaremos endereço quando a data do
SAF deles estiver próxima.
Estão todos convidados!!!

3 de fev. de 2016

Relato Mutirão Assentamento Olga Benário - Lote Dona Binha

Relato de mutirão no assentamento Olga Benário- lote 22 Dna Roseli (Binha)
Dia 11/01/2016.

As atividades foram iniciadas após o café e uma breve apresentação dos participantes que inicialmente eram quase todos do próprio assentamento.
Dna Roseli escolheu o local para instalação do SAF, onde já havia iniciado alguns plantios como cana, citrus e banana. Vindo de um histórico de atividades altamente degradantes como diversas áreas do vale do Paraíba, o local contou como ultima atividade, o plantio de eucalipto seguido de destoca, o que resultou num grande impacto no solo. Dentro deste contexto Dna Binha teve dificuldades em conseguir bons resultados e realizou poucos plantios em seu lote.

Figura 1:Planta de citrus altamente debilitada.
  
 Adiante realizou-se uma roda onde foram analisados os materiais contribuídos pelos participantes  como sementes e mudas. A partir daí, debateu-se sobre o desenho do saf, já previamente definido por Binha como cultura principal, a banana prata. Tiradas das touceiras que já haviam no quintal de da proprietária, as bananas foram então plantadas no espaçamento 4mx4m,  nesta linha seguiu-se o plantio de árvores frutíferas alternadas entre pioneiras e clímax, margeando as linhas de banana foram semeados em sulco, ora tefrósia com feijão de porco e crotalária, ora guandu, feijão de porco e crotalária, nas linhas centrais foram semeados milho eldorado com feijão rosinha e crotalária. No local haviam touceiras de cana que foram podadas e depositadas direto ao solo em linha, juntamente com palha de braqueária que ajudaram a cobrir parcialmente o solo protegendo os berços de banana e as mudas recém plantadas.


Desenho do SAF:

B AP AF AC B AP AF AC B AP AF AP B AC AF AP B
***************************************
----------------------------------------------------------------
########################################
B AF AP AC B AP AF AC B AP AF AC B AF AP AC B

Legenda:
 B –Banana                                                     -- - Milho + feijão rosinha+crotalária
AP- Árvore pioneira                                        # - Tefrósia + feijão de porco+crotalária
AF- Árvore frutífera
AC- Árvore climácica
*- Guandu + feijão de porco+crotalária


 Lista de espécies plantadas

-Arbóreas secundárias/clímax:
Copaíba
Jatobá
Pau-ferro

-Arbóreas pioneiras:
Ingá do brejo
Canafístula
Santa Bárbara
Pau formiga

-Arbóreas frutíferas
Pitanga
Jenipapo
Uvaia
Araçá
Goiaba

-Espécies de serviço:
Tefrósia
Feijão de porco
crotalária

-Espécies alimentícias/adubo verde
Feijão rosinha
Milho
Guandu
cana

Número de participantes do mutirão: 18

Avaliação:
Após o almoço servido por Dna Binha, realizou-se uma roda de conversa onde os integrantes puderam comentar um pouco sobre suas percepções  durante o trabalho do dia e sobre as atuações da Rede.
Tales - “Nenhum Saf é igual, cada um é único. A prática é importante, é talvez a melhor maneira de aprendizado, experiência própria e do seu local. Quanto ao trabalho de hoje a biomassa de braquiária roçada no local facilitou o trabalho e garantiu a cobertura do solo, mutirão otimiza e muito os trabalhos da roça”.
Márcia- Gostou muito, viu que as linhas/sulcos ficaram tortas e depois foi corrigido, importante fazer reavaliações durante o trabalho.
Binha- Agradece a boa vontade das pessoas que participaram e salienta a participação das pessoas durante a logística de preparo dos mutirões.
Donizete- “Foi bem aproveitado, o trabalho rendeu!”
Thereza – “Entrosamento e participação dos integrantes e muita troca durante o trabalho, respeito”. Visitou experiências assentamento Mário Lago com Usp, quer propor visita as áreas implantadas e  integradas a Rede.
Milena- Agradece a presença de todos e está gostando da didática dos mutirões, hoje consegue entender melhor como funciona a terra.
Valdir – Agradece Binha em ceder o espaço e espalhar os SAFs, área teve uma grande transformação por conta da degradação, reforça a importância de valorizar as pessoas que estão se esforçando mesmo com poucas condições, as pessoas estão se unindo e o processo está sendo aprimorado.
Clóvis- Valoriza a importância de um esforço para a multiplicação e criação de bancos de sementes da agrobiodiversidade.
Edson- Se coloca a disposição para dar maiores informações sobre capim para adubação verde.
Josué- “Fun Page do assentamento Olga Benário deve ser divulgado. Criar canal comunicação dos mutirões por watsapp”.
Thiago- Trabalho foi bem produtivo, e altamente importante pela situação da área. Faltou espécies de serviço para enriquecer o sistema. Presença e participação das pessoas é de extrema importância para a realização dos mutirões desde a preparação até sua realização e acompanhamento.

Encaminhamentos:

Preparar oficina de coleta de sementes em fevereiro (Contato coletores locais – Edson e Evandro), calendário de coleta anual e mapeamento de matrizes.

Relator: Thiago Coutinho

6 de jan. de 2016

Mutirão Agroflorestal -Tremembé






Local- Assentamento Olga Benário -Lote 22 Dna Roseli (Binha)


Data: 09/01-sábado



Programação:

8h- Café caboclo participativo (levar contribuição para o café)

8:30- Roda de apresentação e histórico da área

9h-Análise ecológica do local e definição do desenho do saf.

Distribuição de frentes de trabalho e implantação do Saf

12h- Almoço agroecológico

13h- Avaliação

Obs: Levar ferramentas (cavadeira, facão, enxada), mudas e sementes. Realizar reservas para participação pelo tel: (12) 99799-9629-Valdir/Carmem




11 de dez. de 2015

Mutirão Agroflorestal em Pindamonhangaba

Data: 12/12/2015 (sábado)
Local: Sítio Araçatuba
Sistema agroflorestal hortícola do sítio Araçatuba (Thiago Coutinho).
LOCAL: ESTRADA ANHANGUERA, Nº1800

COMO CHEGAR: PEGAR A RODOVIA CAIO GOMES FIGUEIREDO (SENTIDO CAMPOS DO JORDÃO), entrar na altura da Pedreira Anhanguera, KM 11.

O sítio fica a exatos 1800m do asfalto.

 Programação:

8h-Café da manhã colaborativo
8:30h - Recepção e histórico da área
9:00h - Análise do sistema e distribuição de frentes de trabalho
12:00h - Almoço agroecológico
13:00h - Avaliação
14:00h – Encaminhamento: roda de diálogo sobre o estatuto da Rede Agroflorestal
16:00h – Encerramento

Obs: Realizar reservas pelo contato (12) 99647-5849 - (12) 99737-4176.
TRAZER FERRAMENTAS, SEMENTES E MUDAS PARA A TROCA.

PARA SABER MAIS: Histórico da área e do manejo

Manejo da área data: 23/05/2015

Implantação data: 25/06/2014



RELATO: Lote de Reforma Agrária do Assentamento Nova Esperança, de São José dos Campos,  investe na restauração da lavoura da araruta em  SAF

Contato: Altamir (Gaúcho)
SAF com tefrósia + banana + mandioca nova + araruta nova + faixas de cana e braquiária para cobertura do solo.

Araruta para multiplicação.


4 de dez. de 2015

MEMÓRIAS DE ATIVIDADES DE NOVEMBRO-DEZEMBRO/2015


Oficina “COZINHANDO COM PANC”
Projeto “Saúde na FEIRA”
Data: 7/11/2015 Hora: 9:30h
Local: Mercatau, Feira de Produtos Agroecológicos
Objetivo: exaltar a segurança alimentar por meio do resgate e popularização do uso de PANC – plantas alimentícias não convencionais, para a alimentação saudável, em um dia de feira, valorizando os produtores e os produtos locais, onde os conhecimentos e as receitas sobre plantas e historias foram trocadas. 
Renata< Cristina e Ana, ao fundo, Mário, no Mercatau de Taubaté.

A Oficina “Cozinhando com PANC”, parte do Projeto Saúde na Feira, contou com a pesquisadora Cristina Castro (APTA/SAA), que explicou o trabalho de resgate e pesquisas de PANC usadas por nossos antepassados, muitas ricas em nutrientes e esquecidas em nossa dieta atual. 
Casa cheia prá aprender sobre PANC e degustar pratos especiais da chef Ana.
A Chef Ana Alice realizou uma oficina com essas plantas, preparou e ensinou deliciosos e saudáveis pratos para degustação, tais como: canapés de almeirão roxo com recheio de bertalha coração e bertalha comum enfeitados com pimenta rosa; lambari da horta empanado; bolo de ora pro nóbis com limão; geléia de gengibre; suco  de cálices de vinagreira com cravo.

A produtora rural Renta Outubo e o chef Mário Borges organizaram a atividade. Renata preparou um creme de  cará; pastinha de ricota com folhas e flores de capuchinha e calêndula; e pastinha de  ricota com nirá.
Tudo uma delícia!!!
chef Mário Luiz Borges e a barraca Orgânicos Quiririm com produtos agroflorestais
As receitas estão no facebook “Organicos de Quiririm”, sendo o trabalho organizado e coordenado pelos produtores Renata Outubo e Mário Luiz Borges.
Relato: Cristina Maria de Castro / APTA Vale do Paraíba

REALIZAÇÃO:
Orgânicos Quiririm
APTA Vale do Paraíba
Ana Alice - Personal Chef
 ------------------------------------------------------------------------------------------------

VISITA AOS SISTEMAS AGROFLORESTAIS DO ASSENTAMENTO DE REFORMA AGRÁRIA MÁRIO LAGO, EM RIBEIRÃO PRETO/SP
Data: 19 e 20/11/2015 
Objetivo: conhecer novas experiências com SAF.
 
Comitiva do Vale chega a Ribeirão Preto/SP.
 Participantes: 45 pessoas abrangendo os 3 assentamentos de reforma agrária do Vale do Paraíba - Nova Esperança (São José dos Campos), Macuco (Taubaté) e Olga Benário (Tremembé),- técnicos da Escola Nacional do MST ‘Florestan Fernandes’, do IBS e pesquisador da APTA Vale do Paraíba.


Atividades: após recepção com café da manhã, houve explicações detalhadas do histórico do PDS, dos SAF e dos projetos locais. Seguimos visitas em 4 áreas, sendo 2 em reserva legal e 2 em lotes. Retornamos a sede, almoçamos e finalizamos com uma roda de discussão, troca de experiências e avaliação.

O Assentamento PDS Mario Lago: foi criado em 2003, tem 462 famílias com lotes de 1,5 ha em média. A criação foi condicionada a assinatura de um termo de ajustamento de conduta, entre o INCRA e a promotoria, para recuperação ambiental da área degradada pela usina de cana de açúcar que cultivava cana.
O PDS tem 35% de área de reserva contra os 20% normalmente exigidos por lei. A proposta é que os 15% a mais sejam explorados com SAF, produzindo alimentos a recuperando o ambiente. A cooperativa do PDS aprovou em 2011 o projeto PDRS (Programa de Desenvolvimento Rural Sustentável), do governo do estado de São Paulo, visando instalar 80 módulos de SAF de 500 m2 de área de cada lote, ao mesmo tempo em que seria feita a recuperação de 40 hectares da área de reserva legal com SAF. Até o momento, foram implantados 45 módulos em lotes e 5 hectares na reserva legal.

Nelson Barba (MST/Cooperafloresta) explica os princípios do manejo do SAF, onde o capim mombaça é roçado com trator e o ciscador já joga os resíduos como cobertura morta nos canteiros.
O diferencial dos SAF implantados no Vale do Paraíba é que a produção de hortaliças é integrada, os solos recebem boa adubação e o preparado mecanizado, irrigação por gotejamento, para a produção de hortaliças em curto prazo.
Preparo do solo e adubação: cada módulo de 500 m2 recebeu adubação - 40 kg de termofosfato yoorim, 50 kg de calcário dolomítico e 2.000 kg de esterco de galinha. O preparo consistiu de aração profunda e gradagem, sendo os adubos incorporados com enxada rotativa com encanteirador. O relevo plano e o tipo de solo (latossolo roxo) permitiram o preparo intensivo, sendo o risco de erosão diminuído em função do manejo do SAF garantir a rápida cobertura do solo com cobertura morta e diversidade de cultivos. Antes do preparo, áreas do entorno foram roçadas e o material vegetal seco separado, utilizado como cobertura morta. Ou seja, a massa vegetal não foi incorporada e serviu de proteção do solo contra rebrota do mato, mantendo a umidade evitando erosão.
Agricultor apresenta os canteiros de SAF com bananeiras intercalado com faixas de hortaliças.
Culturas e plantio: o sistema padrão implantado consiste de canteiros com uma linha central de bananeiras para adubação alternadas com eucalipto para madeira, adubação verde (feijão guandu) intercalada com mandioca e gliricídia (árvore plantada de estaca para poda). Associaram-se diversas hortaliças no mesmo canteiro. A área de 500 m2 demandou 15 bandejas de 200 mudas de hortaliças diversas, plantadas todas de uma vez só. Ex.: rabanete + rúcula + alface + tomate + berinjela + brócolos, sendo a colheita escalonada no tempo. No caso dos módulos na reserva legal, foram introduzidas espécies arbóreas nativas ao invés do eucalipto.
Explicação prática do manejo do tronco da bananeira para adubação verde dos canteiros de hortaliças. O pseudocaule da bananeira também ajuda a manter o solo coberto com umidade e sem a necessidade de capina.
Irrigação: irrigação por gotejo, por gravidade, sem a necessidade de bomba, bastando à caixa d’água situar-se a 2 metros de altura acima do nível do solo. Em alguns módulos são utilizadas fita de gotejo furada a lazer, que produz uma névoa de água e molha 1,5 metros pra cada lado; nesse caso, necessita de bomba de baixa potência.
Manejo: as bananeiras são podadas até 4 vezes por ano e, dependendo do interesse do beneficiário, pode ser utilizada para adubar as hortaliças e não produzir frutos.
Quebra-vento: cada módulo é protegido com faixa de bordadura com algum tipo de capim de porte alto, tal como o napier ou leguminosas para adubação verde, para proteger o SAF do vendo e reduzir a evapotranspiração e o consumo de irrigação.
Custos e retorno: a implantação de cada módulo de 500 m² custa cerca de R$1.800 reais, incluindo adubos, sementes, mudas, irrigação e horas máquina do preparo do solo. O Retorno estimado é de R$4.500 reais em 3 meses, exclusivamente com a produção de hortaliças.
Técnicos responsáveis: Nelson Barba (MST/Cooperafloresta) e IBS.
Relator: Ceceo Chaves – IBS
Revisão: Antonio Devide / APTA
Imagens: Jô e Ceceo
Informações: https://www.facebook.com/olgabenariotbe/photos/pcb.495966010581257/495964920581366/?type=3&theater

REALIZAÇÃO:
MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
Escola Nacional Florestan Fernandes
IBS – Instituto Biosistêmico
Apta – Polo Vale do Paraíba
Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba
 ------------------------------------------------------------------------------------------------

Curso SISTEMAS AGROECOLÓGICOS DE PRODUÇÃO: RECONECTANDO O HOMEM AO AMBIENTE

 

Data: 2 e 3/12/2015

Local: Polo APTA Vale do Paraíba, Pindamonhangaba/SP

 

Participantes: 20 assentados de reforma agrária de São José dos Campos, Tremembé e Taubaté, técnico do IBS – Instituto BioSistêmico.


Saf Olho dágua que foi manejado.

 Objetivo: apresentar as pesquisas sobre sistemas de produção de base agroecológica, ênfase em Sistemas Agroflorestais, plantas alimentícias não convencionais (PANC) e horticultura orgânica; estudar a paisagem.

 

Sistemas: 1. sistemas agroflorestais; 2. milho crioulo branco ‘Canjiquinha de Cunha’ associado nas entrelinhas com Crotalária juncea para adubação verde; 3. cultivo associado de mandioca de mesa, quiabeiro, adubação verde de feijão de porco em aléias com guandu e frutas nativas (araçá e romã); adubação verde de crotalária, mucunã preta, labe-labe e sorgo vassoura Tietê.

 

Mutirões:

Capina da adubação verde de feijão de porco com mandioca de mesa e quiabo em consórcio, com aléias de guandu. A mandioca (mandi) cultivada IAC 6-01 ‘Ouro’ e IAC 576-70 ‘Amarelinha’ foram plantadas em talhões separados, em linhas espaçadas a cada 2m, recebendo a um metro de distância uma linha de quiabo (Qui) de árvore ou quiabeiro comum; sendo a linha central de feijão de porco (FP) que foi cortada.

Linhas espaçadas a 1m: FP 1m Quiabo 1m Mandioca 1m Quiabo 1m FP

 

Manejo de SAF de 2013 – replantio de bananeiras associadas com mandioca, quiabo, feijão miúdo e feijão de porco (na faixa); entre-faixa com cana, adubação verde (sorgo vassoura Tietê + crotalária + guandu) e araruta (comum, Guadalupe e ovo de pata) ou açafrão.

 
Agricultores realizam o manejo de replantio e enriquecimento do SAF.

Realização: IBS Instituto BioSistêmico e APTA Vale do Paraíba

Relato: Antonio Devide 
Imagens: